No relatório gerencial de fevereiro de 2026 do PATL11, a receita total foi de R$ 0,74 por cota, resultando em R$ 0,60 por cota de resultado, impactado positivamente pela quinta parcela da multa de rescisão da SEB em R$ 0,04 por cota e negativamente por despesas de manutenção em R$ 0,04 por cota. A distribuição de rendimentos ficou em R$ 0,57 por cota, paga em 9 de março, menor que os R$ 0,70 por cota de dezembro de 2025, que incluía uma parcela maior da multa da SEB.
A vacância permaneceu em 2,7% física e 6,5% financeira no final do mês, concentrada nos 4.104 m² de Ribeirão das Neves, estável em relação a dezembro. Houve movimentação com a Ebeg ocupando 9.760 m² deixados pela Postall em Jundiaí 1, mas a projeção indica aumento para 12,8% em março devido à saída da SEB em Itatiaia. O WALE subiu para 4,2 anos, ante 4,0 anos no relatório anterior. Negociações continuam em Itatiaia com marketing agressivo e em Ribeirão das Neves com visitas de potenciais locatários.
O patrimônio líquido foi de R$ 445,3 milhões, com cota de R$ 89,21, e valor de mercado de R$ 333,9 milhões, cota de R$ 66,90, resultando em P/VP de 0,75x, ligeiro aumento ante 0,74x em dezembro. A carteira manteve 97% em imóveis, 2% em FIIs (VILG11) e 1% em caixa, sem alavancagem. O número de cotistas cresceu para 30,8 mil, ante cerca de 25 mil em dezembro, e ADTV foi de R$ 1,2 milhão.
No processo de consolidação com o HGLG, avançou a 11ª emissão iniciada em fevereiro, com envio de direitos de preferência aos locatários, e aquisição dos ativos prevista para o 1T26, seguida de liquidação do fundo após tail de 6 meses. A performance do PATL11 foi de +0,7% no mês e +2,8% em 2026 até então, ante +6,6% em dezembro. O histórico de vacância física e financeira se manteve estável desde agosto de 2025.