No relatório gerencial de maio de 2026 do PATL11, o fundo concluiu a alienação total de seus imóveis para o HGLG11, recebendo cotas desse fundo como contrapartida. O patrimônio líquido passou a ser de R$ 339,9 milhões, com a cota patrimonial em R$ 68,10, e a composição agora é dominada por R$ 337,8 milhões em cotas do HGLG11, além de R$ 5,1 milhões em renda fixa.
Em comparação com o relatório anterior, que já detalhava o cronograma de liquidação, o documento atual confirma a finalização da venda e atualiza os valores esperados de receita do portfólio, agora em torno de R$ 2,97 milhões mensais, considerando a saída do contrato da SEB em Itatiaia, a renovação da Multiterminais e o fim da carência da EBEG em Jundiaí.
O relatório destaca a Renda Mínima Garantida de R$ 3,17 milhões por mês por seis meses e o mecanismo de Tail para repasse de eventuais ganhos de capital na venda posterior dos ativos, com previsão de desembolso médio mensal de R$ 372 mil sob a RMG, mantendo um patrimônio líquido mínimo estimado de R$ 5 milhões para esse período.
O cronograma de liquidação avança com o encerramento das negociações das cotas do PATL11 na B3 após o pregão de 11 de maio de 2026, seguido pelo prazo para cotistas enviarem o custo médio de aquisição até 11 de junho, com divulgação da amortização parcial prevista para 30 de junho e entrega das cotas HGLG11 em 3 de julho.
No cenário setorial, o IFIX recuou 1,3% em maio, influenciando o contexto, enquanto o PATL11 transita para a fase final de liquidação sem imóveis próprios.