No relatório de janeiro 2026 do OUJP11, o fundo registrou uma nova aquisição de R$ 8,01 milhões no CRI GPCI (26A1817348), com vencimento em dezembro de 2033, duration de 2,9 anos e taxa de CDI + 6,0% a.a., lastreado em Nota Comercial para término de obra, com garantias como cessão fiduciária residual de recebíveis, cessão de dividendos, fundo de reserva de 2 PMTs e aval dos sócios.
A alocação em ativos imobiliários subiu para 91% do portfólio, com 91% em CRI e 0,4% em FII, reduzindo o caixa de 11% em dezembro 2025 para 9%, onde a RF representou R$ 29,39 milhões ou 8,9% do PL. A composição de CRIs passou para 75% corporativo (ante 74%), 17% BTS/aluguel (ante 18%), 6% shoppings e 2% pulverizados, com setor de incorporação em 41% (ante 38%).
A indexação dos CRIs ajustou para 65% IPCA + 10%, 34% CDI + 5% e 1% IGPM + 8% (ante 68% IPCA, 31% CDI e 1% IGPM), enquanto o LTV médio da carteira subiu para 50,0% (ante 49,1%), com 55,3% dos ativos abaixo de 50% e distribuição por vencimento estável, concentrada entre 2027-2033.
O resultado foi de R$ 1,25 por cota (ante R$ 1,19), com distribuição de R$ 1,06 por cota (ante R$ 1,03, paga em 13/02) e reserva de R$ 1,21 por cota (ante R$ 1,00), que o gestor planeja usar com correção monetária acumulada para calibrar dividendos conforme perfil da carteira e indexadores. O PL chegou a R$ 329,8 milhões (ante R$ 329,2 milhões), cota patrimonial a R$ 101,42 (ante R$ 101,23) e cota de mercado a R$ 89,32 (ante R$ 79,59), com P/B de 0,88x (ante 0,79x) e market cap de R$ 290,5 milhões.
No mercado secundário, o volume negociado cresceu para R$ 12,2 milhões (ante R$ 7,7 milhões), com liquidez diária média de R$ 0,3 milhão e 26.062 cotistas (ante 26.020). O retorno total mensal foi de 1,23%, com 12 meses em 16,63% (ante 17,41% nos 12 meses anteriores). A rating proprietária manteve Baa1 em 33% e A3 em 32%, com duration média estável em 2,7 anos.