OUJP11

OURINVEST JPP FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

30/04/2026

Entrega

18/05/2026 08:28

Resumo

No mês de abril de 2026, o OUJP11 apresentou uma alocação de 89% em ativos imobiliários, com 89% dessa fatia em CRI e 0,4% em FII, enquanto os 11% restantes permaneceram em instrumentos de caixa. Em março, a exposição a ativos imobiliários era de 93%, com caixa em 7%. A elevação do caixa deveu-se ao pré-pagamento do CRI Minas Brisa, sem registro de novas alocações no período.

A distribuição de rendimentos em abril foi de R$ 1,20 por cota, ante R$ 1,10 em março. O resultado gerado chegou a R$ 1,51 por cota, com reserva acumulada subindo para R$ 1,55 por cota. No mês anterior, o resultado havia sido de R$ 1,25 por cota e a reserva terminou em R$ 1,24. O patrimonio líquido do fundo recuou levemente, de R$ 327,9 milhões para R$ 326,9 milhões, com o valor patrimonial da cota passando de R$ 100,81 para R$ 100,51.

O retorno total no mês foi de +0,90%, abaixo do CDI em +1,09% e do IMA-B 5 em +1,32%. Nos últimos doze meses, o retorno acumulado chegou a 15,09%, contra 12,60% do CDI líquido de IR e 11,98% do IMA-B 5, patamar ligeiramente inferior ao observado em março.

A carteira de CRI manteve composição similar, com 65% indexada ao IPCA, 34% ao CDI e 1% ao IGPM. A exposição por lastro mostrou 75% em corporativo, 17% em aluguéis, 6% em shoppings e 2% em pulverizados. O LTV médio da carteira caiu para 47,7%, ante 50,2% no mês anterior. Entre os setores, o de incorporação representou 38%, enquanto loteamento atingiu 23%.

O volume negociado no mês foi de R$ 7,6 milhões, com média diária de R$ 0,5 milhão. O número de cotistas aumentou para 26.420, contra 26.269 em março. A gestão informou que continua avaliando novos ativos para alocar o caixa excedente, com alguns em fase final de análise interna, e que utilizará a reserva acumulada para calibrar o nível de distribuições em relação ao perfil da carteira e aos indexadores.