No relatório de maio de 2026 do OUJP11, o principal destaque é a retomada do processo de reorganização dos fundos, com a divulgação de fato relevante em 1º de junho e proposta do administrador em 17 de junho para consulta dos cotistas via AGE. A proposta envolve a venda de 50% dos ativos para o JPPA11 e 50% para o FTRR11, com entrega de cotas desses fundos aos cotistas do OUJP11, podendo resultar na liquidação do fundo se ambas as operações forem aprovadas. As transações ocorreriam pelo valor de marcação a mercado dos ativos na data da transação.
Em comparação com abril de 2026, a alocação em ativos imobiliários subiu de 89% para 92%, com o caixa reduzindo de 11% para 8%. A carteira de CRIs permaneceu com composição estável, mantendo 65% indexada ao IPCA, 34% ao CDI e 1% ao IGPM. Foi realizada a aquisição de R$ 1,55 milhão no CRI FGR, com vencimento em abril de 2041, duration de 4,2 anos e remuneração de IPCA mais 10% ao ano, lastreado em recebíveis do empreendimento Jardins Grécia.
A distribuição de rendimentos passou de R$ 1,20 por cota em abril para R$ 1,50 por cota em maio, enquanto o saldo de resultado retido aumentou de R$ 1,55 para R$ 1,80 por cota. O resultado mensal subiu de R$ 1,51 para R$ 1,75 por cota. O retorno total do mês foi de 0,98%, ante 0,90% no mês anterior. O patrimônio líquido recuou levemente de R$ 326,9 milhões para R$ 325,2 milhões, e o valor patrimonial da cota passou de R$ 100,51 para R$ 100,00.
O volume negociado caiu de R$ 12,0 milhões em abril para R$ 9,0 milhões em maio, com liquidez média diária reduzindo de R$ 0,5 milhão para R$ 0,4 milhão. O número de cotistas ficou praticamente estável, em torno de 26,4 mil. A duration média da carteira permaneceu em 2,6 anos, e o LTV médio em 47,4%, levemente inferior aos 47,7% do mês anterior.