As demonstrações financeiras do NEWL11 referem-se ao exercício encerrado em 30 de junho de 2026. A KPMG emitiu opinião sem ressalvas, considerando que os demonstrativos apresentam adequadamente a posição e o desempenho do fundo. O principal assunto de auditoria foi a avaliação dos imóveis, contabilizados por R$ 465,1 milhões, equivalentes a 127,7% do patrimônio líquido. O valor foi estimado por avaliador independente com base em projeções de fluxo de caixa descontado, e os auditores consideraram aceitáveis os critérios utilizados e as divulgações.
No encerramento do exercício, os ativos somavam R$ 552,3 milhões, os passivos, R$ 180,6 milhões, e o patrimônio líquido, R$ 371,7 milhões, ante cerca de R$ 364,3 milhões um ano antes. Os imóveis estavam concentrados em Caxias do Sul e Goiânia; o galpão de Sorocaba foi vendido em dezembro de 2025 por R$ 9 milhões, com ganho líquido de R$ 245 mil. A carteira também incluía R$ 58,8 milhões em títulos públicos LFT e R$ 24,9 milhões em cotas de CPTS11 e CPLG11. As obrigações relacionadas a CRIs totalizavam R$ 175,7 milhões.
A receita de aluguéis aumentou para R$ 39,4 milhões, ante R$ 38,7 milhões, e os imóveis tiveram ajuste positivo de R$ 15,2 milhões a valor justo. Com isso, o resultado líquido chegou a R$ 40,6 milhões, ou R$ 14,44 por cota, comparado a R$ 24,5 milhões, ou R$ 8,71 por cota, no exercício anterior. O total de rendimentos distribuídos foi de R$ 33,2 milhões, equivalente a 131,1% do lucro ajustado para distribuição pela base de caixa. Em 30 de junho de 2026, a cota fechou a R$ 104,47 e o valor patrimonial por cota era de R$ 132,27; no mesmo período de 2025, eram R$ 105,19 e R$ 129,66, respectivamente.