NEWL11

NEWPORT LOGÍSTICA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA

Regulamento

Ativo

Referência

01/10/2026

Entrega

01/10/2026 20:02

Resumo

O regulamento do NEWL11, com vigência indicada a partir de 1º de outubro de 2026, define um fundo fechado, de prazo indeterminado e com responsabilidade dos cotistas limitada aos valores subscritos e integralizados. Seu objetivo é investir no Brasil em imóveis industriais e comerciais, com prioridade para centros de distribuição, fábricas e outros ativos logístico-industriais. Os investimentos podem incluir imóveis prontos, terrenos e empreendimentos em construção, diretamente ou por meio de empresas e outros ativos permitidos, buscando renda e valorização. A Genial Investimentos é a administradora, enquanto empresas do grupo Newport atuam na gestão e na consultoria imobiliária.

O fundo prevê distribuir aos cotistas pelo menos 95% dos lucros apurados em cada semestre pelo regime de caixa. Os pagamentos podem ocorrer mensalmente, como antecipação, se houver lucro distribuível; a retenção total ou parcial de valores depende de deliberação dos cotistas. A taxa de administração anual varia conforme o valor de mercado do fundo: 0,95% abaixo de R$ 500 milhões, 0,85% entre R$ 500 milhões e R$ 1 bilhão e 0,75% acima de R$ 1 bilhão, com mínimo mensal de R$ 130 mil, sujeito a atualização pelo IPCA. Também há taxa de performance de 20% sobre os rendimentos distribuídos que excederem o parâmetro de 5% ao ano corrigido pelo IPCA. O regulamento permite novas emissões até o limite de R$ 1,5 bilhão, sob condições previstas no documento, incluindo a alocação de ao menos 70% do patrimônio em ativos.

O regulamento destaca que as cotas não podem ser resgatadas e que a negociação no mercado secundário pode ter baixa liquidez. Não há garantia do FGC, dos prestadores de serviços ou de seguro, e os rendimentos e o valor das cotas podem variar. Entre os riscos estão oscilações econômicas e de mercado, inadimplência, concentração da carteira, atrasos ou problemas em obras, falta de licenças, questões ambientais, dificuldades de parceiros e empresas investidas, mudanças tributárias e regulatórias, além de possível diluição em novas emissões e necessidade de aportes adicionais em determinadas situações.