No relatório de janeiro de 2026 do MXRF11, a distribuição de rendimentos manteve-se em R$ 0,10 por cota, totalizando R$ 46,03 milhões, equivalente a 105,05% do CDI com gross-up de 15% de impostos, ante 117,15% em dezembro de 2025. O patrimônio líquido subiu para R$ 4,356 bilhões (R$ 9,4643/cota), de R$ 4,320 bilhões (R$ 9,3858/cota), e o número de cotistas cresceu para 1.389.786, de 1.357.621.
A gestão do MXRF11 comprou um novo CRI no mercado primário e uma tranche adicional do CRI Nova Milano KSM de R$ 31,8 milhões, além do CRI VCA I Sênior de R$ 9,5 milhões a IPCA + 10% a.a., lastreado em incorporações em Vitória da Conquista-BA. No secundário, alienou R$ 29,5 milhões em papéis como MRV Pro Soluto, GAV, BRF Visa e FS Infra, gerando R$ 2,7 milhões em ganho de capital e correção monetária. Comparado a dezembro, quando houve compras de R$ 260 milhões (destaque Shopping Itaquera R$ 75 milhões e GPA III R$ 70,2 milhões) e vendas de R$ 62,6 milhões, o mês manteve reciclagem ativa.
No book de permutas financeiras, novo aporte de R$ 7,5 milhões no projeto Campo Belo 5 (VGV R$ 299 milhões, 17% vendido, região nobre de SP; total aporte R$ 30 milhões), elevando o book para R$ 362,68 milhões (duration 3,21 anos). Recebeu R$ 4,35 milhões de Brooklin 2, Pinheiros 1, Itaim Bibi e Brooklin 4, ante R$ 5 milhões em dezembro; book anterior era R$ 322,28 milhões.
No book de FIIs, vendeu parcialmente TELM11 e MCLO11 e totalmente HGRU11, fechando em R$ 498,7 milhões (11,85% do PL), ante R$ 493 milhões em dezembro. Composição geral do portfólio: CRIs 79,1% (de 79,9%), FIIs 11,8% estável, permutas 8,3% (de 7,7%), caixa 0,8% (de 0,6%). Spread de crédito caiu para 154 bps (de 198 bps), LTV médio para 54% (de 53%), taxa média MtM IPCA+ para 9,78% a.a. (de 9,90%).
Resultado caixa foi R$ 0,095/cota (R$ 43,58 milhões): CRIs R$ 36,3 milhões (de R$ 37,9 milhões), FIIs R$ 5,9 milhões (de R$ 6,3 milhões), permutas R$ 4,35 milhões. Reserva de correção monetária reduziu para R$ 11,24 milhões (R$ 0,0244/cota), de R$ 12,44 milhões. TIR bruta mensal subiu para 1,89% (de 0,10%), cota de fechamento para R$ 9,62 (de R$ 9,54), volume negociado para R$ 403,6 milhões (de R$ 331,5 milhões). IFIX alta de 2,27% em janeiro.