MXRF11

MAXI RENDA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII - RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

31/03/2026

Entrega

07/05/2026 18:18

Resumo

No relatório de março de 2026 do MXRF11, a distribuição de rendimentos foi de R$ 0,095 por cota, paga em 15/04/2026 aos cotistas de 31/03/2026, equivalente a 0,96% de yield mensal e 12,12% anualizado, ou 92,89% do CDI com gross-up de 15% sobre o preço de fechamento de R$ 9,92. Comparado a fevereiro, quando foi R$ 0,10 por cota (1,04% yield, 118,12% CDI gross-up a R$ 9,99), houve redução no valor distribuído e no yield.

O resultado caixa foi de R$ 44,68 milhões (R$ 0,0971/cota), com receitas de R$ 48,25 milhões: CRIs R$ 39,78 milhões, FIIs R$ 4,77 milhões e permutas R$ 3,35 milhões; despesas operacionais de R$ 3,56 milhões. Em fevereiro, resultado de R$ 44,06 milhões (R$ 0,095/cota), com CRIs R$ 38,16 milhões, FIIs R$ 5,63 milhões e permutas R$ 3,51 milhões. A reserva de correção monetária subiu para R$ 12,74 milhões (R$ 0,027/cota), ante R$ 9,62 milhões (R$ 0,0209/cota).

O gestor alienou totalmente o CRI HBR Hotel W e parcialmente CRIs Matheus Ilhéus, FGR, FS Infra e Arcelor Mittal, totalizando R$ 117 milhões em volume e ganho de capital de R$ 2,4 milhões; aumentou posições em BRIs Visa, Helbor República do Líbano, Mateus TRX e Shopping Metrô Itaquera. Em fevereiro, houve aquisições como tranche de JK Square (R$ 20 milhões) e CRI Amy (R$ 7 milhões). No book de FIIs, alienação parcial de MCLO11; em fevereiro, alienações parciais de TELM11 e MCLO11, mais compra de Unidades Helbor (R$ 46 milhões).

A composição da carteira ajustou para 76,6% CRIs (ante 79,1%), 12,2% FIIs (11,8%), 8,8% permutas (8,3%) e 2,4% caixa (0,8%). Book de CRIs totalizou R$ 3.253 milhões, com 79,77% IPCA+/INCC+ (taxa aquisição 8,68% a.a., MtM 9,95%), 7,73% CDI+ (2,82% aquisição, 3,04% MtM); spread de crédito subiu para 176 bps (160 bps em fevereiro), LTV médio 56% (55%). Book de FIIs em R$ 518 milhões (R$ 522 milhões em fevereiro). Permutas em R$ 375 milhões, sem novas tranches, com distribuições de R$ 3,3 milhões de Brooklin 2, Pinheiros 1 e Itaim Bibi (R$ 3,5 milhões em fevereiro de quatro projetos).

Patrimônio líquido caiu para R$ 4,317 bilhões (R$ 9,3786/cota), ante R$ 4,407 bilhões (R$ 9,5757/cota); cotistas subiram para 1.423.541 (1.402.221). Valor de mercado da cota R$ 9,92 (R$ 9,99), com ganho de capital bruto -0,70% no mês (3,85% em fevereiro); TIR bruta 0,25% mensal. Volume negociado R$ 338 milhões (giro 7,54%), ante R$ 285 milhões (6,38%). IFIX caiu 1,06% em março (alta 1,32% em fevereiro). Estratégia mantida em cerca de 80% CRIs high grade, até 20% permutas e táticas em FIIs.