MXRF11

MAXI RENDA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII - RESPONSABILIDADE LIMITADA

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Ativo

Referência

31/12/2025

Entrega

26/02/2026 19:06

Resumo

A carta do gestor destaca o cenário volátil de 2025, influenciado por políticas de Trump nos EUA, interrupção de cortes do Fed e desafios no Brasil como Selic a 15%, PIB de 2,27% e inflação acima da meta. Apesar de resgates na poupança e juros altos, o mercado imobiliário mostrou resiliência, com lançamentos em SP crescendo 34% em 12 meses até dezembro, vendas subindo 9% e VSO em 56,4%. O governo ampliou o MCMV com Faixa 4 e novo modelo de crédito para classe média/alta. Emissões de CRI caíram 20% para R$ 48,96 bilhões, mas o estoque cresceu, e a gestão investiu R$ 294 milhões em CRIs no trimestre, priorizando balanços sólidos.

No mercado imobiliário, financiamentos SBPE em SP recuaram em 2025 para R$ 38 bilhões em aquisições e R$ 118,3 bilhões em construção, com distratos baixos em 11% das vendas. O funding total atingiu R$ 2,63 trilhões, com CRI crescendo 15% no CAGR recente. Para o MXRF11, o patrimônio líquido é de R$ 4,32 bilhões, com resultado de R$ 0,30 por cota no 4T25 e distribuição de R$ 0,10 por cota. O portfólio tem 79% em CRIs (média IPCA+ 9,9%), 12% em FIIs, 8% em permutas e 1% em caixa, com DY anualizado de 15,45%. Foram adquiridos R$ 71 milhões em CRIs, R$ 78 milhões em permutas e R$ 75 milhões em operação de estoque, além de vendas de R$ 63 milhões em FIIs.

O fundo projeta fluxo de caixa robusto em CRIs para 2026, com R$ 95,58 milhões recebidos em juros e correção no trimestre, e 83 de 90 operações normais. Outros fundos como XPCI11, MRFA11, HABT11, XPHB11 e XPHR11 também reportam portfólios majoritários em CRIs, com DYs entre 13,76% e 19,04%, e investimentos em ativos como Direcional e GAV, mantendo foco em crédito pulverizado e monitoramento rigoroso.

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