No mês de junho de 2026 o MXRF11 distribuiu R$ 0,10 por cota, equivalente a 1,02% de yield mensal e 102,20% do CDI com gross-up de 15%. No mês anterior a distribuição foi a mesma, mas o yield mensal foi de 1,00% e o percentual do CDI chegou a 104,56%. O resultado de caixa totalizou R$ 50,48 milhões, acima dos R$ 46,58 milhões de maio, com destaque para o aumento na receita de permutas, que passou de R$ 1,60 milhão para R$ 5,10 milhões.
O patrimônio líquido do MXRF11 recuou de R$ 4,313 bilhões em maio para R$ 4,248 bilhões em junho, com o valor patrimonial da cota caindo de R$ 9,3721 para R$ 9,2293. O número de cotistas subiu de 1.468.513 para 1.485.336. O fundo iniciou no mês sua 12ª oferta de cotas, com meta base de R$ 1 bilhão.
Na composição da carteira, os CRIs representaram 73,9% do portfólio em junho, contra 73,3% em maio. Os FIIs subiram para 15,2% (de 14,5%), as permutas para 9,1% (de 8,9%) e o caixa caiu para 1,9% (de 3,3%). O spread médio de crédito do book de CRIs e permutas ficou em 151 bps, abaixo dos 156 bps do mês anterior.
O gestor realizou alienações parciais de vários CRIs gerando ganho de capital de R$ 1,1 milhão e adquiriu o CRI BGR Cidade Jardim por R$ 65 milhões a IPCA + 9,85%. No book de FIIs, comprou R$ 45 milhões do BGRJ11 e vendeu R$ 8 milhões do MCLO11 com ganho de R$ 730 mil. Em maio as vendas parciais de CRIs geraram R$ 1,6 milhão de ganho e a aquisição de novas tranches do Mitre Michigan somou R$ 30 milhões.
O yield anualizado do MXRF11 subiu de 12,71% em maio para 12,94% em junho. O IFIX registrou queda de 1,21% no mês, enquanto em maio o índice havia recuado 1,33%. A reserva acumulada de correção monetária do fundo aumentou de R$ 21,83 milhões para R$ 24,28 milhões.