O relatório mais recente do MFII11, referente ao 1T26, detalha a composição da carteira com foco em projetos residenciais de incorporação e urbanização, mantendo os mesmos ativos destacados no relatório anterior de março 2026 e 4T25. Projetos como Lauro de Freitas (VGV R$ 52,2 milhões, concluído, padrão econômico, MCMV), Damha Fit I (VGV R$ 77,4 milhões, concluído, padrão médio, financiamento direto) e Damha Fit II (VGV R$ 128,1 milhões, em obras, padrão médio) apresentam VGV e estágios inalterados em relação ao histórico.
Reserva da Ilha segue em obras com VGV R$ 219 milhões (padrão alto, Sul/PR), enquanto Vila Sônia (VGV R$ 56 milhões, em obras, padrão médio, MCMV), Luar das Oliveiras (VGV R$ 30,2 milhões, em obras, Nordeste/PE) e landbanks como Lussanvira (VGV R$ 44 milhões, SP) e Cachoeira Paulista (VGV R$ 52,4 milhões, SP) também sem alterações nos valores ou fases comparados ao 4T25.
Não há menções a novas compras, vendas de ativos, mudanças na estrutura de capital ou alterações em distribuições de rendimentos no documento atual. No relatório mensal anterior de março 2026, os dividendos do 1T26 somaram R$ 3,16 por cota (R$ 1,05 em jan, R$ 1,05 em fev e R$ 1,06 em mar), com PL em R$ 646,5 milhões (queda de R$ 669,9 milhões no 4T25), VPC R$ 95,08 (de R$ 98,51) e cotistas em 33.068 (aumento de 32.496).
A estratégia permanece centrada em residencial econômico e médio via MCMV, com equilíbrio entre concluídos (13% no 4T25), obras (62%) e landbank (25%), sem tendências de declínio ou crescimento acentuado na carteira listada. O comentário do gestor no anterior destaca que decisão judicial em SP não impacta cronogramas do fundo.