No relatório de janeiro de 2026 do MFII11, o gestor destaca dois avanços em projetos recentes em São Paulo/SP: assinatura dos primeiros contratos de financiamento do Livus Cupecê com a Caixa Econômica Federal via MCMV, permitindo recebimento de parcelas durante a obra (246 apartamentos, VGV acima de R$ 60 milhões, lançado em julho de 2025); e registro de incorporação do Livus Oratório na rua Alberto Ramos, apto para comercialização, com próximo lançamento de 190 unidades e VGV superior a R$ 55 milhões.
Os dividendos para o 1T26 somam R$ 3,16 por cota, com pagamentos de R$ 1,05 em fevereiro, março e abril de 2026, contra R$ 3,21 por cota no 4T25. O rendimento mensal caiu para R$ 1,05 por cota ante R$ 1,07 em dezembro de 2025, com rentabilidade de 1,05% e DY mensal de 1,30% (DY 12 meses em 16,05%). O PL recuou para R$ 660,6 milhões (de R$ 669,9 milhões em dezembro), com VP por cota em R$ 97,15 (de R$ 98,51) e cotistas em 32.407 (de 32.496).
No anexo do 4T25, a carteira soma 33 ativos (ante 30 no 3T25), com 7 concluídos (era 6), 14 em obras e 11 em pré-lançamento. Landbank em R$ 1,091 bilhão de VGV não lançado (de R$ 1,076 bilhão no 3T25), após aquisições de R$ 198 milhões e lançamentos de R$ 183 milhões. Carteira de recebíveis em R$ 306,2 milhões (leve queda de R$ 309,6 milhões no 3T25), estoque em R$ 907,1 milhões (de R$ 742 milhões) e custo de obras em R$ 602,1 milhões (de R$ 485,1 milhões).
Destaques do 4T25 incluem final de diligência em outubro para terrenos na rua Guarumbé e Adélia Chohfi (567 unidades, R$ 138 milhões VGV); lançamento em novembro do Livus Jaraguá (388 unidades, R$ 94 milhões VGV, MCMV); e habite-se em dezembro da segunda etapa do Luar do Parque em Recife/PE (192 apartamentos). O ano de 2025 teve 4 lançamentos (R$ 300 milhões VGV, 693 lotes e 797 apartamentos, com R$ 200 milhões em MCMV Livus) e 5 obras entregues (mais de 1.000 unidades), com landbank acima de R$ 1 bilhão incluindo 8 terrenos novos por R$ 650 milhões VGV em Livus MCMV.
Rentabilidade total em janeiro/2026 foi de 6,70% para o MFII11 (contra 2,37% em dezembro/2025), superando IFIX (2,27%) e CDI líquido (0,99%). No acumulado desde início, cotistas integralizaram R$ 672 milhões e receberam R$ 400 milhões, com R$ 1,72 bilhão projetados a receber.