MCRE11

MAUÁ CAPITAL REAL ESTATE FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA

Informe Anual Estruturado

Ativo

Referência

01/12/2025

Entrega

31/03/2026 14:02

Resumo

O fundo MCRE11 encerrou o exercício social de 2025 com valor patrimonial da cota em R$ 10,14. No período, realizou vendas de ativos como cotas de FIIs (Guardian Logística, Mauá Cap B, TRX Real Estate, Oportun Imob I) e CRIs (diversos identificados como 23G2012305, 23J1450748, entre outros), gerando lucros totais superiores a R$ 350 milhões, com recursos provenientes de capital. A carteira inclui principalmente CRIs com valores justos avaliados por taxas de negociação e modelos de mercado, além de imóveis como Galpão Santa Cruz (R$ 176 milhões, -4,33% no período) e cotas de outros FIIs, com variações positivas em vários ativos e negativas em alguns, como Alianza Crédito (-91,71%).

O mercado imobiliário brasileiro em 2025 mostrou crescimento moderado, impactado por juros elevados que restringiram o crédito, mas sustentado por demanda aquecida, valorização acima da inflação e políticas públicas. Para 2026, o administrador vê perspectivas positivas, com aquecimento impulsionado por possível queda da Selic e melhor acesso ao crédito. O fundo planeja seguir sua política multiestratégia ativa em multicategoria, buscando ampliação do patrimônio, sem processos judiciais relevantes.

A base de cotistas é pulverizada, com 94,61% das cotas detidas por 87.204 detentores com até 5% cada, e um com 5,39%; 77,66% em pessoas físicas. A remuneração do administrador BTG Pactual foi de R$ 12,36 milhões (1,08% do patrimônio contábil). Houve diversas transações com o BTG como contraparte, como aquisições e alienações de cotas de fundos de renda fixa (Tesouro Selic, Capital Markets, Yield DI) e FIIs Mauá, totalizando centenas de operações entre dezembro 2024 e dezembro 2025. Documentos de assembleias estão disponíveis nos sites da B3 e BTG, com participação virtual via Webex.