A gestora e o administrador do MCRE11 divulgaram uma rerratificação do instrumento de alteração da classe única de cotas, datada de 6 de abril de 2026. O documento corrige a data de vigência do regulamento consolidado, alterando o efeito retroativo de 30 de janeiro de 2026 para o fechamento de 1 de abril de 2026, e ratifica a redução da taxa global, além da inclusão do link para a Plataforma de Transparência de Taxas na cláusula 10.1 do Anexo I. Todas as demais disposições do instrumento anterior permanecem inalteradas.
O regulamento consolidado do MCRE11, fundo de investimento imobiliário de condomínio fechado com prazo indeterminado, é administrado pelo BTG Pactual e gerido pela Mauá Capital Real Estate Ltda. A política de investimentos foca em ativos como CRI, cotas de FII, LH, LCI, LIG, CEPAC, FIP, FIDC, participações societárias e imóveis prontos ou em desenvolvimento no Brasil, com disponibilidades em renda fixa ou derivativos para proteção. A taxa global é de 1,20% ao ano sobre o patrimônio líquido (ou valor de mercado se no IFIX), mais 0,05% se registrada na B3, com mínimo mensal corrigido pelo IGP-M, e taxa de performance de 20% sobre o excesso em relação ao IPCA + 6% a.a., apurada semestralmente.
A classe distribui no mínimo 95% dos lucros semestrais pelo regime de caixa, com adiantamentos mensais no 16º dia útil do mês seguinte, podendo reter até 5% para reserva de contingências. Assembleias especiais decidem sobre emissões adicionais até R$ 10 bilhões, com direito de preferência aos cotistas, e quórum qualificado para alterações relevantes. O fundo destaca riscos como mercado, crédito, liquidez, concentração, tributário e regulatório, sem garantia de rentabilidade ou proteção pelo FGC.