A administradora BTG Pactual e a gestora Mauá Capital Real Estate anunciaram a alteração da classe única de cotas do fundo MCRE11, com redução da taxa de administração total. A nova taxa global passa a ser de 1,20% ao ano sobre o patrimônio líquido contábil ou valor de mercado, se as cotas estiverem em índices como o IFIX, com mínimo mensal de R$ 20.000 corrigido pelo IGP-M, mais 0,05% ao ano se registradas na B3 para negociação, com mínimo de R$ 5.000 também corrigido pelo IGP-M. A taxa máxima global é limitada a 1,30% ao ano, excluindo classes negociadas em mercados organizados ou sem gestão da gestora atual.
O documento inclui links para transparência: Plataforma de Taxas da Anbima em www.data.anbima.com/busca/transparencia-de-taxas-de-fundos e detalhes segregados em www.jivemaua.com.br. Foi aprovado o novo regulamento consolidado, com efeitos retroativos a 30 de janeiro de 2026, mantendo o MCRE11 como fundo imobiliário fechado de prazo indeterminado, com foco em ativos como CRI, cotas de FII, LH, LCI, LIG, CEPAC, FIP, FIDC, participações societárias e imóveis prontos ou em desenvolvimento em todo o Brasil.
O regulamento detalha política de investimentos multiestratégia com gestão ativa, distribuição mínima de 95% dos lucros semestrais via regime de caixa com adiantamentos mensais, taxa de performance de 20% sobre o excedente do IPCA + 6% a.a., sem taxas de ingresso ou saída, assembleias com quórum qualificado para mudanças relevantes, e ampla lista de riscos como mercado, crédito, liquidez, concentração e tributário, além de tributação em 20% sobre rendimentos para residentes, com isenções condicionais para pessoas físicas.