No relatório de fevereiro/2026, referente a janeiro/26, o MCCI11 distribuiu R$ 1,00 por cota, mantendo o patamar desde julho/25, com dividend yield anualizado de 13,5% ao preço de fechamento de R$ 94,50. O guidance para o 1º semestre de 2026 segue entre R$ 0,90 e R$ 1,00 por cota, com expectativa de topo da banda até junho/26. O fundo gerou R$ 0,88 por cota de resultado líquido, usando R$ 0,12 de reservas para completar a distribuição, e encerrou com R$ 0,34 por cota em reservas acumuladas, abaixo dos R$ 0,46 por cota de dezembro/25.
O gestor realizou novo investimento de R$ 33,8 milhões no CRI JALGP, série sênior indexado a IPCA + 10,90%, para financiamento de dois terrenos residenciais de alto padrão no Itaim Bibi/SP, agora representando 2,1% do PL com duração de 4,9 anos. Todos os 28 CRIs da carteira permanecem 100% adimplentes, com parcelas de fevereiro/26 pagas até a data do relatório.
O patrimônio líquido subiu para R$ 1.622.624.386,69, ou R$ 95,67 por cota, ante R$ 1.611.852.388,13 e R$ 95,04 em dezembro/25, com preço mercado/patrimonial em 0,99. Número de cotistas cresceu para 115.648, de 113.465. Liquidez manteve R$ 102,2 milhões totais e R$ 4,9 milhões médios diários, similar ao mês anterior.
Na asset allocation, CRIs representam 76% (era 73%), FIIs 12%, caixa 8% (era 3%) e alocação tática 4% (era 12%), com 92% alocados em ativos alvo. Por indexador, 98% IPCA a MTM de IPCA + 9,0% (era 9,1%). No book de crédito, logístico caiu para 55% (era 57%), residencial subiu para 17% (era 15%), comercial em 16%; por região, SP em 57% e Sudeste 17%. Taxa média de aquisição dos ativos é IPCA + 8,4% na cota teórica de curva, com cota patrimonial a IPCA + 9,0%.
Desempenho acumulado desde início mostra mercado + dividendos em 82,9% (era 75,2%), patrimonial + dividendos 87,1% (era 79,6%), superando IFIX (30,4%) e CDI líquido (63,9%); em 2026 YTD, 4,4% no mercado. A gestão reforça estratégia de estabilização de rendimentos e incremento gradual no valor patrimonial.