A administradora BTG Pactual e a gestora Mauá Capital Real Estate divulgaram um instrumento de alteração da classe única de cotas do fundo imobiliário MCCI11, com foco na redução da taxa de administração total. A nova taxa global passa a ser de 0,90% ao ano sobre o patrimônio líquido contábil ou valor de mercado se as cotas estiverem em índices como o IFIX, mais 0,05% ao ano se registradas na B3 para negociação, com remuneração mínima mensal de R$ 25.000 corrigida pelo IGP-M. A taxa máxima global é limitada a 1,00% ao ano, incluindo taxas de fundos investidos pela MCCI11, exceto para classes negociadas em bolsa ou não geridas pela gestora.
O documento inclui o link para a Plataforma de Transparência de Taxas da Anbima e o site www.livemaua.com.br para detalhes segregados das taxas. As partes aprovaram o novo regulamento consolidado do MCCI11, que mantém o fundo como condomínio fechado de prazo indeterminado, categoria "Papel" híbrido com gestão ativa, público-alvo amplo e negociação na B3.
O regulamento detalha a política de investimentos com no mínimo 67% em CRI de oferta pública, além de LH, LCI e LIG, com critérios como LTV médio até 80% para residencial pulverizado e cobrança por terceiros. Prevê distribuição mínima de 95% dos resultados semestrais pelo regime de caixa, taxa de performance de 20% sobre o que exceder 100% da taxa DI, assembleias com quórum qualificado para mudanças chave e diversos riscos como crédito, liquidez e mercado. A alteração tem efeitos retroativos ao fechamento de 30 de janeiro de 2026, com o documento datado de 1º de abril de 2026.