No relatório de fevereiro de 2026 do MANA11, o patrimônio líquido subiu para R$ 355,85 milhões, contra R$ 354,92 milhões em janeiro, com cota patrimonial em R$ 9,48, ante R$ 9,45. A cota de mercado fechou em R$ 9,37, uma leve queda de R$ 9,43, mantendo deságio de 1,16% sobre o patrimonial.
O dividendo permaneceu em R$ 0,11 por cota, dentro do guidance de R$ 0,10 a R$ 0,12 para o 1T26, com DY anualizado em 15,0% a.a., ligeiramente acima dos 14,9% de janeiro. As receitas totais cresceram para R$ 4,99 milhões, de R$ 4,47 milhões, impulsionadas por operações estruturadas (R$ 3,83 milhões) e ações (R$ 626 mil), resultando em operacional de R$ 4,72 milhões, contra R$ 4,15 milhões.
Destaque para ganhos extraordinários de R$ 800 mil no ano (R$ 0,02/cota) via gestão ativa, com negociações em ações imobiliárias representando 4% do PL nos dois primeiros meses de 2026, gerando mais de R$ 700 mil adicionais. O volume negociado aumentou para R$ 26,4 milhões (giro de 7,59%), de R$ 24,6 milhões (7%), e cotistas atingiram recorde de 36.565, alta de 3,6% ante 35.307 em janeiro.
A alocação manteve-se balanceada, com crédito estruturado em 64,8% (ante ~65%), incorporação em 18,2% (estável), FII em 12,6% (de 13,6%) e ações em 2,8% (de 2%). Sem alavancagem, e todas operações adimplentes. Rentabilidade acumulada subiu para +52,16% na cota patrimonial ajustada, ante +50,6%, superando IFIX (+39,9%) e CDI líquido (+47,4%).
O gestor nota volatilidade global pelo conflito Israel/EUA-Irã no fim de fevereiro, elevando petróleo e adiando cortes do Fed, mas mantém estratégia cautelosa com foco em renda fixa, trading tático e book de incorporação (18,2% PL), com atualizações positivas: Allure 100% vendido, Physis Place 48%, Puerto Madero e Natus com vendas acima do esperado, Grand Pulse Jundiaí com 74% vendido global e obras antecipadas, e FII Alicerce (8 projetos Patrimar, VGV R$ 1,67 bi, 51,5% vendido, cobertura 4,4x). Guidance de dividendos reiterado para consistência.