No relatório de abril de 2026 do MANA11, o patrimônio líquido fechou em R$ 353,42 milhões, abaixo dos R$ 354,10 milhões de março, enquanto o valor de mercado subiu para R$ 356,96 milhões, contra R$ 347,20 milhões no mês anterior. A cota patrimonial recuou levemente para R$ 9,41, de R$ 9,43, e a cota de mercado avançou para R$ 9,51, de R$ 9,25. O dividendo manteve-se em R$ 0,11 por cota, com dividend yield anualizado de 14,8%, contra 15,2% no mês anterior. O número de cotistas registrou novo recorde ao atingir 38.064, alta de 2,1% sobre os 37.281 de março, e o volume negociado foi de R$ 25,0 milhões, ante R$ 26,4 milhões. A rentabilidade acumulada desde o início, pela cota patrimonial ajustada, chegou a 71,3%, superior aos 69,7% de março.
Entre as novidades do mês, o fundo registrou a conclusão do investimento no empreendimento Grand Pulse Jundiaí, com retorno antecipado do capital e TIR realizada de 58,6% ao ano. Essa operação contribuiu para a redução da alocação no book de incorporação, que passou de 18,6% do PL em março para 15,0% em abril. A carteira segue composta majoritariamente por crédito estruturado em 64,0%, FIIs em 12,2%, ações em 3,2% e caixa em 6,7%. Não foram identificadas alterações na estrutura de capital, com ausência de alavancagem, e o guidance de dividendos entre R$ 0,10 e R$ 0,12 por cota foi mantido para o segundo trimestre.
Comparando com os dados de março, observa-se estabilidade no nível do dividendo e continuidade da expansão da base de investidores, além do avanço da performance acumulada. A carteira permanece com forte presença de operações originadas internamente e indexadas a IPCA e CDI, sem mudanças relevantes na composição setorial ou de indexadores em relação ao mês anterior.