No relatório de janeiro de 2026 do MANA11, o patrimônio líquido alcançou R$ 354,92 milhões, um aumento em relação aos R$ 353,81 milhões de dezembro de 2025, com cota patrimonial em R$ 9,45 contra R$ 9,42 no mês anterior. A cota de mercado fechou em R$ 9,43, valorizando de R$ 9,26, enquanto o dividend yield anualizado ficou em 14,9% a.a., ante 15,2% em dezembro.
O fundo distribuiu R$ 0,11 por cota, mantendo o patamar de dezembro e dentro do guidance do 1T2026 entre R$ 0,10 e R$ 0,12, com pagamento em 15º dia útil de fevereiro. Receitas totais somaram R$ 4,468 milhões, alta ante R$ 4,200 milhões em dezembro, impulsionadas por operações estruturadas (R$ 3,683 milhões), FIIs (R$ 549 mil em dividendos) e ações (R$ 143 mil), resultando em operacional de R$ 4,153 milhões por cota de R$ 0,11.
Número de cotistas subiu para 35.307, crescimento de 2,9% ou 992 novos em relação aos 34.315 de dezembro, com volume negociado de R$ 24,6 milhões (alta de 36,7%) e giro mensal de 7% contra 5,4%. Rentabilidade acumulada da cota patrimonial ajustada chegou a +50,6%, de +49% em dezembro, superando IFIX (+38%) e CDI líquido (+46,2%).
No book de incorporação (18% do PL), atualizações mostram avanços: em Florianópolis, Physis Place com 48% de vendas (era 45%), Allure integralmente vendido, lançamentos de Natus (27% vendido) e Puerto Madero (44% vendido). Grand Pulse Jundiaí teve vendas globais acima de 74% (fases 1 e 2 em 99% e 97%), com 3ª fase lançada antecipadamente (25% vendido) e obras em 19% (ante 4% projetado). FII Alicerce (Patrimar, 3,5% PL) reforçado com 8 projetos em MG/SP/RJ, VGV R$ 1,67 bi, 50% vendido e cobertura 4,4x.
Alocação manteve crédito estruturado em 65% (IPCA+10,1% e CDI+4,7% médio), FII 14% (13,6% ex-provisões), ações 2%, caixa 3%, sem alavancagem. Gestor destaca cautela com volatilidade eleitoral, foco em renda fixa atrativa, gestão ativa e descorrelação via incorporação prefixada, com todas operações adimplentes.