No relatório de março de 2026 do MANA11, o patrimônio líquido registrou R$ 354,10 milhões, queda ante os R$ 355,85 milhões de fevereiro, com cota patrimonial em R$ 9,43, ante R$ 9,48. A cota de mercado fechou em R$ 9,25, de R$ 9,37 no mês anterior, ampliando o deságio para 1,94% sobre o valor patrimonial, contra 1,16%.
O dividendo manteve-se em R$ 0,11 por cota, com dividend yield anualizado de 15,2% a.a. sobre a cota de fechamento, superior aos 15,0% de fevereiro, dentro do guidance do 1T2026 de R$ 0,10 a R$ 0,12; o guidance foi estendido ao 2T2026 no mesmo intervalo. Receitas totais caíram para R$ 4,57 milhões, de R$ 4,99 milhões, com resultado operacional de R$ 4,24 milhões e por cota de R$ 0,113; operações estruturadas responderam por R$ 3,91 milhões em receitas.
A base de cotistas atingiu recorde de 37.281, crescimento de 2,0% ante 36.565 em fevereiro. Volume negociado ficou em R$ 26,4 milhões, com giro de 7,63% das cotas emitidas.
O gestor destacou o conflito no Oriente Médio, com bloqueio de rotas e alta no petróleo elevando inflação global e reduzindo espaço para cortes de juros; localmente, Selic caiu 25 bps, mas expectativas revisadas para cima. Rentabilidade acumulada da cota patrimonial ajustada subiu para +69,7% desde o início (ante +52,1% reportado em fevereiro, por ajuste na metodologia de incorporação de dividendos), superando IFIX em 182% e CDI líquido em 143%.
Alocação mostrou crédito estruturado estável em 64,8% do PL, incorporação em 18,6% (de 18,2%), FII em 12,4% (de 12,6%), ações em 3,4% (de 2,8%) e caixa em 2,3% (de 2,9%); provisões subiram para 1,5% do PL, de 1,2%. Projetos de incorporação avançaram, com Physis Place em 48% vendido, Allure 100%, Puerto Madero 44% e Natus 27%; Grand Pulse Jundiaí com 75% vendido globalmente e obras aceleradas; FII Alicerce com 53% do VGV vendido em 8 projetos. Sem alavancagem na carteira e todas operações adimplentes. IFIX caiu 1,06% no mês.