Relatório gerencial · Agosto de 2026
Referência 31/08/2026 · entregue 22/09/2026 19:13
Em uma linha
Distribuição de R$ 0,12 por cota em agosto, dividend yield anualizado de 16,9% sobre a cota de R$ 9,15
Resumo
O MANA11 manteve a distribuição de R$ 0,12 por cota em agosto, mesmo valor de julho, o que representou um dividend yield anualizado de 16,9 por cento sobre a cota de fechamento de R$ 9,15, levemente acima dos 16,8 por cento de julho por conta da queda da cota. O resultado operacional do mês foi de R$ 3,64 milhões, ou R$ 0,10 por cota, abaixo dos R$ 4,42 milhões de julho, principalmente pela menor correção monetária, que passou de R$ 959 mil para R$ 271 mil, e pelo prejuízo de R$ 176 mil no ganho de capital de FIIs. O guidance para o terceiro trimestre de 2026 foi mantido entre R$ 0,105 e R$ 0,125 por cota, e o dividendo de agosto equivaleu a 129,3 por cento do CDI líquido e a IPCA mais 11,4 por cento ao ano.
No mercado secundário, a cota patrimonial do MANA11 passou de R$ 9,25 para R$ 9,24 e a cota de mercado de R$ 9,20 para R$ 9,15, ampliando o deságio de 0,63 por cento para 1,02 por cento. O volume negociado recuou de R$ 35,6 milhões para R$ 29,8 milhões, com média diária de R$ 1,4 milhão ante R$ 1,5 milhão em julho e giro de 8,8 por cento ante 10,4 por cento. A base de cotistas passou de 38.106 para 37.908, ainda com crescimento de 10,7 por cento no ano. Apesar da queda nominal, o MANA11 teve valorização total de 0,78 por cento no mês considerando dividendos, ante queda de 1,4 por cento do IFIX, e a rentabilidade acumulada da cota patrimonial ajustada desde o início subiu para 77,3 por cento, ante 75,3 por cento em julho, o que corresponde a 223 por cento do IFIX e 137,6 por cento do CDI líquido.
Na alocação, o percentual investido em ativos-alvo passou de 96,0 por cento para 95,5 por cento, com redução do crédito estruturado de 65 por cento para 63 por cento do patrimônio e aumento do book de incorporação de cerca de 17 por cento para 18,8 por cento, enquanto FIIs recuaram de 12,0 por cento para 10,8 por cento e caixa subiu de 5 por cento para 6 por cento. Dentro da carteira detalhada, o FII Turmalina B subiu de R$ 27,6 milhões para R$ 34,5 milhões e o FII Alicerce de R$ 20,8 milhões para R$ 21,1 milhões. Dois CRIs presentes em julho, Galleria II e Versa I, não aparecem mais na lista de agosto. Nos projetos de Florianópolis, o Natus avançou de 30 por cento para 34 por cento vendido, o Physis Place manteve 49 por cento e o Allure segue 100 por cento vendido, enquanto o Puerto Madero aparece com 58 por cento vendido ante 60 por cento no mês anterior. No FII Alicerce, os 8 projetos seguem 100 por cento lançados e 58 por cento vendidos, com destaque mantido para o Connect Square lançado em julho com 61 por cento de comercialização. O projeto Kora Home Resort na Praia dos Carneiros segue detalhado sem alteração de estrutura, com 11 unidades, VGV de R$ 622 milhões e retorno alvo prefixado de 18 por cento ao ano.
O gestor manteve a descrição de atuação cautelosa e em velocidade de cruzeiro, com preferência por renda fixa e operações prefixadas e de incorporação com recebimento preferencial, citando fim de ciclo de cortes da Selic em patamar ainda alto e volatilidade à frente pela eleição presidencial de outubro, além de juros reais elevados no exterior e saída de capital estrangeiro. O relatório informa que todas as operações do MANA11 seguem adimplentes e que não há alavancagem na carteira. Como novidade de comunicação, a edição de agosto traz uma página sobre levantamento da Brick360 divulgado no Valor Investe apontando que apenas 3 de 40 gestoras de FIIs superaram o CDI em 3 anos, sendo a Manatí uma delas.
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