No relatório de maio de 2026 do LVBI11, a receita total ficou em R$ 0,92 por cota, gerando resultado de R$ 0,72 por cota, enquanto em abril o resultado havia sido de R$ 0,73 por cota. A distribuição continuou em R$ 0,75 por cota, com a gestora mantendo a expectativa de sustentar esse valor até o fim do semestre.
A vacância física e financeira permaneceu em 0% no mês, igual ao relatório anterior, e a projeção de alta para 1,1% a partir de setembro/26 por causa da saída da Elfa no Aratu foi repetida. Foi destacada uma movimentação em Itapevi, com devolução de módulo menor e expansão para área maior, além de renovação de outros dois módulos a valores superiores.
Os reajustes cobriram 14.753 m² em maio, contra 12.993 m² em abril. A ABL do portfólio caiu de 517.964 m² para 517.888 m², e o WALE reduziu de 3,9 anos para 3,8 anos. A dívida do Ativo Aratu diminuiu de R$ 10 milhões para R$ 9 milhões, mantendo-se em 0,5% do patrimônio líquido.
O patrimônio líquido subiu de R$ 1.939,7 milhões para R$ 1.941,6 milhões, enquanto a cota patrimonial recuou de R$ 120,34 para R$ 119,56. A cota de mercado ficou em R$ 108,66, contra R$ 108,70 no mês anterior, e o P/VP passou de 0,90x para 0,91x. O volume médio diário negociado aumentou de R$ 3,0 milhões para R$ 4,0 milhões.
No desempenho mensal, o LVBI11 registrou alta de 0,7%, após variação zero em abril, enquanto o IFIX caiu 1,3% no mês. O número de cotistas subiu de 122,8 mil para 124,1 mil. O processo de incorporação pelo HGLG permaneceu sem alterações, com a gestora aguardando posicionamento da CVM sobre o direito de reembolso.