No mês de junho de 2026, o LVBI11 registrou receita total de R$ 0,94 por cota e resultado de R$ 0,78 por cota, com impacto não recorrente da taxa de comercialização de R$ 0,01 por cota referente à locação da Ollie Cosméticos. A distribuição permaneceu em R$ 0,75 por cota, alinhada ao patamar dos meses anteriores e com expectativa de manutenção. Em comparação com maio, quando o resultado foi de R$ 0,72 por cota, o fundo apresentou leve melhora no resultado recorrente, embora a receita tenha subido de R$ 0,92 para R$ 0,94 por cota.
A vacância física passou de 0% em maio para 0,4% em junho após a saída da QUBIT no ativo Itapevi, elevando também a vacância financeira para 0,3%. A projeção para setembro indica alta adicional para 1,1% com a saída da Elfa Medicamentos no Aratu, mas há negociações em estágio de minuta para recomposição das duas áreas. Os reajustes no mês abrangeram 69.854 m² de ABL, volume bem superior aos 14.753 m² observados em maio.
O valor patrimonial do fundo se manteve em R$ 1.941,6 milhões, com cota patrimonial subindo de R$ 119,56 para R$ 120,41, enquanto a cota de mercado recuou de R$ 108,66 para R$ 104,70, levando o P/VP de 0,91x para 0,87x. O desempenho do mês foi de -3,0%, contra -1,2% do IFIX, e no acumulado de 2026 o LVBI11 registra -2,8% versus alta de 1,5% do índice. A alavancagem se manteve estável em 0,5% do PL, referente apenas à dívida do Aratu.
No processo de consolidação com o HGLG, a expectativa foi revista para o segundo semestre de 2026, após atraso no primeiro semestre, dependendo de parecer da CVM sobre a não concessão do direito de reembolso. O número de cotistas cresceu ligeiramente de 124,1 mil para 124,4 mil, e o ADTV ficou em R$ 3,2 milhões, abaixo dos R$ 4,0 milhões de maio. Os indicadores imobiliários permanecem com 10 ativos e 38 locatários, ABL de 517.860 m² e WALE de 3,8 anos.