No relatório de julho de 2026 do LVBI11, a vacância física ficou estável em 0,4% e a financeira em 0,3%, mantendo o patamar de junho. Foi concluída uma nova locação com a Medilar para 1.761 m² no ativo Itapevi a partir de agosto, o que levou a projeção de vacância física a 0,8% a partir de setembro, considerando a saída da Elfa Medicamentos no Aratu prevista para aquele mês. No relatório anterior, a vacância havia subido para 0,4% após a saída da Qubit em maio, com projeção então de 1,1% a partir de setembro.
O resultado do mês apresentou receita total de R$ 0,93 por cota e resultado de R$ 0,77 por cota, com impacto não recorrente de R$ 0,02 por cota referente à taxa de comercialização das locações da Ollie Cosméticos e WGL. O rendimento distribuído foi de R$ 0,75 por cota, pago em agosto. A gestão alterou a estimativa e agora projeta distribuição de R$ 0,80 por cota no segundo semestre de 2026, alinhada ao aumento de 6,4% observado no HGLG. No relatório de junho, a expectativa era manter o patamar em R$ 0,75 por cota.
Reajustes foram aplicados em 131.764 m² de ABL em julho, volume superior aos 69.854 m² do mês anterior. O WALE do portfólio recuou para 3,7 anos, contra 3,8 anos em junho. A alavancagem permanece em 0,5% do PL, limitada à dívida do ativo Aratu com vencimento em 2032.
O processo de incorporação do LVBI11 pelo HGLG continua em espera do parecer da CVM sobre a não concessão do direito de reembolso, com a expectativa agora ajustada para o segundo semestre de 2026. O P/VP do fundo fechou em 0,86x, abaixo dos 0,87x do mês anterior, enquanto o número de cotistas se manteve em torno de 124,4 mil.