KORE11

KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

27/02/2026

Entrega

02/03/2026 19:36

Resumo

No relatório de fevereiro de 2026 do KORE11, a vacância física subiu para 2,41%, ante 1,86% em janeiro, e a financeira para 2,48%, ante 2,08%, devido à desocupação de um conjunto no Edifício Corporate Plaza pela empresa Eldorado. A vacância financeira ajustada por carências caiu ligeiramente para 7,34%, ante 7,41%. No Corporate Plaza, a vacância financeira local passou de 2,38% para 6,67%, enquanto os demais imóveis mantiveram níveis semelhantes.

O gestor reportou investimentos em modernização nos quatro ativos: no Morumbi Office Tower, retrofit no controle de acesso com reconhecimento facial e partida suave nos exaustores; no Corporate Plaza, sistema de segurança externo, revitalização do jardim, impermeabilização da laje, retrofit da guarita e lixeiras; na Alameda Santos, novo controle de acesso, torniquete, troca de piso e pintura no hall; no Centro Empresarial Botafogo, retrofit de automação, carregadores para veículos elétricos, reforma de refeitório, adequações de acessibilidade, troca de gerador, telão LED e recuperação de parede.

A distribuição de rendimentos manteve-se em R$ 0,60 por cota, paga em 13/03/2026, com resultado de R$ 5.707.362, ante R$ 6.210.202 em janeiro, e reserva positiva de R$ 67.638, revertendo o padrão negativo anterior. Receitas de aluguéis em caixa foram R$ 6.217.787, menores que os R$ 6.777.690 de janeiro, e receita financeira de R$ 463.237.

O patrimônio líquido ficou em R$ 1.020.915.352,62, com cota patrimonial de R$ 106,07, queda de 0,03% ante R$ 106,10. A cota de mercado subiu para R$ 78,05, ante R$ 74,72. Volume negociado aumentou para 1.038.913 cotas (10,79% do total), com média diária de R$ 4,27 milhões, ante R$ 3,31 milhões em janeiro.

A composição da carteira permaneceu com quatro edifícios, divisão de receita RJ 59,28% (ante 59,01%) e SP 40,72% (ante 40,99%), IPCA 56,15% (ante 55,64%). Prazo médio remanescente dos contratos caiu para 3,28 anos, ante 3,33, com vencimentos em 2026 reduzidos para 12% (ante 13%). Projeção de absorção de carências mostra incremento de R$ 182.321 em março e R$ 299.321 em abril. Saldo de caixa finalizou em R$ 47.647.117, ante R$ 47.686.853, sem compras de ativos ou benfeitorias no fluxo reportado.

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