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KNUQ11 Cotação: R$ 94,83 Queda de 4,14%

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KNUQ11

FII

KINEA UNIQUE HY CDI FII

Cotação: R$ 94,83

Queda de 4,14%

R$ por cota · 03/11/2026 14:11 · B3

DY 12m
15,26%
P/VP
0,94

Relatório gerencial · Maio de 2025

Referência 30/05/2025 · entregue 06/06/2025 18:48

Em uma linha

Distribuição de R$ 1,35 por cota em maio, ante R$ 1,30 em abril, equivalente a 138% do CDI com gross-up do IR

Resumo

O relatório se refere ao fundo Kinea Unique HY CDI, ticker KNUQ11.

Em maio de 2025, o fundo distribuiu R$ 1,35 por cota, um aumento em relação aos R$ 1,30 distribuídos em abril e aos R$ 1,18 de março. Esse valor corresponde a 138% do CDI, considerando o gross-up do IR. O patrimônio líquido do fundo permaneceu em R$ 1,55 bilhão.

O fundo continuou a investir em novos CRIs, alocando R$ 57,9 milhões em novas aquisições. Esses CRIs têm como lastro financiamentos para construção de galpões logísticos em Brasília e Contagem, projetos residenciais em São Paulo e projetos de uma incorporadora já presente na carteira do fundo. As taxas desses novos CRIs variam entre CDI + 4,20% e CDI + 4,75%.

A alocação da carteira do fundo em maio mostra 98,9% em ativos alvo (CRIs), 8,2% em LCI e 0,7% em caixa. A remuneração média da carteira de CRI é de CDI + 4,97% ao ano. O prazo médio dos CRIs é de 2,7 anos.

A alocação por setor está distribuída principalmente em Residencial (43,9%) e Residencial Pulverizado (40,0%), com menor participação em Logístico (11,8%), Loteamentos (2,3%) e Outros (2,1%). Quase toda a carteira está indexada ao CDI (98,8%), com uma pequena parte em Inflação (0,6%).

O fundo possui operações compromissadas reversas lastreadas em CRI, representando 7,8% do patrimônio líquido. O volume médio diário de negociação das cotas foi de R$ 2,64 milhões.

O gestor comenta que o resultado do fundo se beneficiou do aumento da Selic e dos novos investimentos em CRI. A carteira do fundo permanece saudável, sem eventos negativos de crédito. O gestor também observa que o mercado espera que o ciclo de alta da Selic esteja próximo do fim, mas que o Banco Central deve permanecer cauteloso diante das incertezas externas.

Comparando com os meses anteriores, houve um aumento na distribuição por cota (R$ 1,35 em maio, R$ 1,30 em abril, R$ 1,18 em março e R$ 1,22 em fevereiro), impulsionado pelo aumento da Selic e pelos novos investimentos. A alocação em CRI também aumentou, enquanto a alocação em LCI e caixa diminuiu. O prazo médio dos CRIs permaneceu relativamente estável em torno de 2,7 a 2,9 anos.

Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.

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