O KNUQ11 divulgou o prospecto da sua 5ª emissão de cotas, que prevê a captação inicial de até 351,9 milhões de reais com a venda de até 3,5 milhões de novas cotas pelo valor patrimonial de 100,55 reais cada, sem considerar a taxa de distribuição de 2 por cento, que eleva o custo total para 102,56 reais por cota. O volume pode aumentar em até 25 por cento com lote adicional ou ser reduzido em caso de distribuição parcial, desde que seja atingido o valor mínimo de 30,1 milhões de reais, equivalente a 300 mil cotas. A oferta foi registrada de forma automática na CVM em 1 de setembro de 2026, é coordenada pelo Itaú BBA, administrada pela Intrag e gerida pela Kinea, e será realizada sob o regime de melhores esforços pelo prazo de até 180 dias.
A distribuição será feita em até duas séries, após um período de direito de preferência para quem já era cotista do KNUQ11 na data base, com fator de proporção de aproximadamente 0,1629 nova cota para cada cota detida, com possibilidade de cessão a outros cotistas ou terceiros e liquidação prevista para 22 de setembro de 2026. Na 1ª série, aberta ao público em geral com coleta de intenções e possível rateio por ordem de chegada em caso de excesso de demanda, a liquidação ocorrerá por volta de 28 de setembro de 2026 pelo valor fixo de 100,55 reais. Havendo sobras, haverá uma 2ª série com liquidação diária até fevereiro de 2027, restrita a clientes correntistas do Itaú Unibanco, na qual o preço será atualizado diariamente pelo valor patrimonial do dia útil anterior. O investimento mínimo é de 10 cotas, ou cerca de 1.005,50 reais sem a taxa, exceto para quem exerce preferência, e os recibos das novas cotas só poderão ser negociados na B3 após o encerramento da oferta e liberação pela bolsa.
Os recursos líquidos captados serão usados de forma discricionária pela gestão para comprar ativos previstos na política do KNUQ11, principalmente Certificados de Recebíveis Imobiliários atrelados ao CDI, além de cotas de outros fundos imobiliários, debêntures, LCI, LH, LIG e ativos de liquidez, sem que exista uma lista pré-definida de ativos alvo na data do prospecto. Como parte dos recursos poderá ir para operações consideradas com potencial conflito de interesses por envolverem o administrador, o gestor ou suas partes ligadas, será realizada uma assembleia após a oferta para deliberar sobre essas aquisições dentro de critérios de elegibilidade, e o investidor pode assinar de forma facultativa uma procuração para votar nessa assembleia. O documento detalha ainda os custos da oferta pagos pela taxa de distribuição, a taxa de administração global de 1,40 por cento ao ano, o estudo de viabilidade elaborado pela gestora com projeção média de dividendos acima de 15 por cento ao ano e uma ampla lista de riscos como crédito, mercado, liquidez, tributação e vacância.