O patrimônio líquido do KNUQ11 fechou abril em R$ 2,18 bilhões, uma redução de R$ 10 milhões em relação aos R$ 2,19 bilhões de março. A cota patrimonial foi para R$ 101,32, ante R$ 101,80 no mês anterior, enquanto a cota de mercado subiu para R$ 105,80 dos R$ 105,75. O número de cotistas cresceu para 53.784, de 52.777.
A alocação ao final de abril mostrou 88,5% em ativos alvo, com CRI representando 88,3% do patrimônio, taxa média de CDI + 4,79% a.a. na curva e prazo médio de 3,1 anos. Comparado a março (88,0% em ativos alvo, CRI com MTM CDI + 4,68% e prazo 3,2 anos para CDI+), houve leve aumento na parcela de CRI, mas redução na LCI para 3,5% (era 5,7%) e alta no caixa para 8,0% (era 6,8%). No resumo da carteira, CRI CDI+ em 80,5% (era 81,9%), inflação+ em 7,8% (era 6,1%) e prefixado 0,2%. Prazo médio total subiu para 3,7 anos.
O gestor investiu R$ 56,8 milhões em novas operações: R$ 17 milhões em CRI convencionais (Projeto Curitiba R$ 11,1 mi a CDI+5%, CD Brasília/Contagem R$ 5,5 mi a CDI+3,75%, Ori Praça da Árvore R$ 0,3 mi a CDI+4%, média CDI+4,57%) e R$ 39,8 milhões em CRI pulverizados de home equity (Creditas-151 R$ 25,9 mi a IPCA+13%, Galleria-140 R$ 13,9 mi a IPCA+12,5%, média IPCA+12,83%). Em março, foram R$ 61,4 milhões, focados em Creditas, Galleria e Crediblue prefixado.
No acompanhamento, houve assembleia no Rivello - Carteira Pro-soluto para implementar cash sweep, direcionando recebimentos para amortização integral, acelerando o processo.
O resultado líquido de abril foi R$ 26,0 milhões (R$ 1,21 por cota gerado, R$ 1,15 distribuído), com reserva acumulada não distribuída em R$ 0,63 por cota (era R$ 0,57). Rentabilidade de 1,14% ante DI de 1,09% (104% do DI líquido), revertendo os 98% de março. Volume negociado caiu para R$ 75 milhões (média diária R$ 3,75 mi, ante R$ 109,72 mi e R$ 4,99 mi).
O gestor mantém visão de oportunidades atrativas com risco-retorno favorável ante queda esperada da Selic, com novos investimentos impactando rendimentos futuros. Copom cortou Selic para 14,50% a.a., com cautela por conflitos no Oriente Médio.