KNUQ11

KINEA UNIQUE HY CDI FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

30/06/2026

Entrega

08/07/2026 18:41

Resumo

No mês de junho de 2026, o KNUQ11 registrou patrimônio líquido de R$ 2,17 bilhões, ante R$ 2,18 bilhões em maio. A cota patrimonial fechou em R$ 101,23, contra R$ 101,38 no mês anterior, enquanto a cota de mercado avançou para R$ 105,89, de R$ 105,34. O número de cotistas subiu para 55.280, de 54.995, e a média diária de liquidez ficou em R$ 4,92 milhões.

O fundo realizou novos investimentos em CRI no valor total de R$ 72,6 milhões. A principal movimentação foi a operação MRV Pro-soluto 166, de R$ 72,1 milhões, com taxa de CDI + 4,72% e garantias de fundo de reserva. Houve ainda aporte de R$ 0,5 milhão no Projeto Ori Praça da Árvore, a CDI + 4,00%. Em maio, os aportes somavam R$ 54,2 milhões, distribuídos entre projetos como Alcatrazes, Visconde e Ori, além de uma parcela em IPCA.

A alocação em ativos alvo alcançou 92,3% do patrimônio, com CRI representando 92,0%. A taxa média MTM ficou em CDI + 4,68%, ligeiramente acima dos 4,67% de maio, e o prazo médio reduziu para 2,9 anos. A composição por setor mostrou residencial pulverizado em 39,7%, residencial em 31,8% e home equity em 8,5%, enquanto o indexador permaneceu predominantemente atrelado ao CDI. Em maio, a alocação em ativos alvo era de 89,7%, com residencial pulverizado em 15,9% e presença de LCI em 3,5%.

Os dividendos de junho distribuídos em 10/07/26 foram de R$ 1,15 por cota, equivalentes a 101,6% do CDI líquido. O resultado gerado no mês foi de R$ 1,34 por cota, com distribuição de R$ 1,15 e reserva acumulada de R$ 0,93. Em maio, o resultado gerado foi de R$ 1,28 por cota e os dividendos de R$ 1,17, com rentabilidade de 107,9% do CDI.

O relatório destaca o avanço no Projeto Residencial Campinas, com vistoria e aprovação para emissão do habite-se prevista nos próximos dias, o que viabilizará o repasse de recebíveis ao fundo. A última decisão do Copom mencionada reduziu a Selic para 14,25% ao ano, com comunicado sinalizando possível pausa nos cortes devido a incertezas inflacionárias.