No mês de julho de 2026 o KNUQ11 registrou patrimônio líquido de R$ 2,16 bilhões, contra R$ 2,17 bilhões no mês anterior. A cota patrimonial fechou em R$ 100,55, abaixo dos R$ 101,23 de junho, enquanto a cota de mercado ficou em R$ 105,73, contra R$ 105,89. O número de cotistas subiu para 55.379, de 55.280. A taxa média MTM da carteira avançou para CDI + 4,95% a.a., ante CDI + 4,68% no relatório anterior, com prazo médio reduzido para 2,8 anos.
O fundo alocou 92,7% do patrimônio em ativos alvo, acima dos 92,3% de junho, e manteve 7,9% em caixa. A parcela em CRI pós-fixados representou 84,2% do PL com taxa MTM de CDI + 4,95%, enquanto a fatia indexada à inflação chegou a 8,2% com taxa de IPCA + 13,31%. A alocação por setor mostrou Residencial Pulverizado em 38,4% e Residencial em 32,6%, contra 39,7% e 31,8% no mês anterior.
Foram realizados novos investimentos de R$ 60 milhões em CRI de projetos residenciais em João Pessoa, Campinas, Santo André, Curitiba, São Paulo e Curitiba, com taxas entre CDI + 3,50% e CDI + 5,00%. Adicionalmente, R$ 6 milhões foram aplicados em CRI de home equity da Creditas indexados a IPCA + 13,00%. No mês anterior, o volume investido havia sido de R$ 72,6 milhões, concentrado principalmente em MRV Pro-soluto.
A distribuição de dividendos referente a julho foi de R$ 1,30 por cota, superior aos R$ 1,15 de junho, correspondendo a 106% do CDI líquido de IR. O resultado gerado no mês caiu para R$ 0,98 por cota, contra R$ 1,34 no período anterior, com reserva acumulada reduzida para R$ 0,61 por cota. O Projeto Residencial Campinas teve obras concluídas e obtenção de Habite-se, com provisionamento de parte do saldo do CRI.
A Selic permaneceu em 14,25% durante julho e foi reduzida para 14% em agosto. O volume negociado no mês foi de R$ 91 milhões, com média diária de R$ 3,96 milhões.