O patrimônio líquido do KNUQ11 alcançou R$ 2,19 bilhões em março de 2026, ante R$ 2,18 bilhões em fevereiro, com cota patrimonial em R$ 101,80, contra R$ 101,54, e cota de mercado em R$ 105,75, abaixo dos R$ 105,90 anteriores. O número de cotistas subiu para 52.777, de 49.101, e a liquidez média diária foi de R$ 4,99 milhões, levemente acima dos R$ 4,92 milhões. A taxa média do fundo passou para CDI + 4,85% a.a., de CDI + 4,81% a.a.
A alocação em março mostrou 88,0% em CRI (remuneração média MTM de CDI + 4,68% a.a., ante 4,63% em fevereiro, prazo médio de 3,2 anos), 5,7% em LCI e 6,9% em caixa, contra 87,8% em ativos alvo, 5,7% LCI e 6,5% caixa no mês anterior. No resumo da carteira, CRI pós-fixados representaram 81,9% (taxa MTM CDI + 4,68%), e CRI outros 6,1% (~12,87%). Por setor, home equity avançou para 6,8%, de 4,3%, enquanto residencial pulverizado caiu para 39,7%, de 40,3%, e logístico subiu para 12,6%, de 12,5%. Por indexador, CDI foi 87,1%, SELIC 6,8% e outros 6,1%, ante inflação 4,1%, SELIC 6,5% e CDI 89,3% em fevereiro.
Principais movimentações incluíram investimentos de R$ 61,4 milhões em CRI pulverizados: R$ 42,3 milhões em Creditas (IPCA + 13,05%, home equity), R$ 13,9 milhões em Galleria (IPCA + 12,50%, home equity) e R$ 5,2 milhões em Crediblue (17,36% prefixado, home equity), com componente prefixado acima de 1% ao mês, contrastando com R$ 17,5 milhões investidos em fevereiro (R$ 10 milhões CDI+ e R$ 7,5 milhões Creditas IPCA+).
O resultado gerado em março foi R$ 1,44 por cota (R$ 31,1 milhões líquidos), com distribuição de R$ 1,20 por cota (R$ 25,8 milhões), ante R$ 1,15 gerado e R$ 1,10 distribuído em fevereiro; a reserva acumulada não distribuída subiu para R$ 0,57 por cota, de R$ 0,32. Rentabilidade foi 1,19% (98% da DI), contra 1,09% (109% DI) no mês anterior. Volume negociado totalizou R$ 109,72 milhões.
O gestor destaca perspectiva de queda da Selic, com foco em oportunidades de risco-retorno atrativo via alocações oportunísticas em ativos com retornos prefixados elevados. Copom cortou Selic em 0,25 p.p. para 14,75% a.a., sem sinalizações claras para próximos passos, citando cautela com conflitos no Oriente Médio.