O informe anual referente ao exercício encerrado em junho de 2026 classifica o KNSC11 como FII de papel, híbrido e de gestão ativa. Ao fim do período, os CRIs representavam cerca de 102,6% do patrimônio líquido. O documento relaciona aquisições de aproximadamente R$ 196,8 milhões em CRIs, financiadas por emissão de cotas; o fundo tinha cerca de 266,6 mil cotistas, sem nenhum com participação superior a 5%.
A gestão informou exposições de 37,3% ao CDI, 65,3% à inflação e 5,7% à Selic, além de 1,9% em LCI. Entre julho de 2025 e junho de 2026, o KNSC11 distribuiu R$ 1,14 por cota, resultado que a gestão considerou alinhado aos objetivos do fundo e às condições de mercado. As avaliações a valor justo dos CRIs registraram tanto variações positivas quanto negativas.
Para a perspectiva econômica, o informe aponta juros ainda restritivos e inflação pressionada; cita a Selic em 14% em agosto de 2026 e projeções de 13,75% para a taxa ao fim do ano e de 5,02% para o IPCA. A gestão pretende continuar buscando CRIs corporativos, com garantias adequadas quando possível. O documento ressalva que resultados passados não garantem resultados futuros e remete os fatores de risco a um anexo.