No relatório de abril de 2026 do KNIP11, o patrimônio líquido chegou a R$ 7,52 bilhões, ante R$ 7,48 bilhões em março, com cota patrimonial em R$ 93,93, superior aos R$ 93,44 do mês anterior, e cota de mercado em R$ 94,80, bem acima dos R$ 91,65 de março. O número de cotistas subiu para 72.303, de 71.876.
A alocação em CRI ficou em 98,0% do patrimônio, com 9,9% em caixa, comparado a 105,4% em CRI e 4,9% em caixa em março; a taxa média MTM dos CRI é IPCA + 10,06% a.a., com duration de 4,1 anos, ante IPCA + 10,10% e 3,8 anos no mês passado. Por setor, shoppings representam 32,8%, logístico 22,7%, escritórios 21,0%, residencial pulverizado 11,5%, residencial 6,5% e outros 5,5%, com leve ajuste em relação a março, quando escritórios eram 26,9% e shoppings 30,0%. No indexador, IPCA é 90,8% e SELIC 9,2%, ante 95,6% e 4,4%.
O gestor investiu R$ 124,3 milhões em novas CRIs: Creditas 151 Sênior (R$ 44,5 mi, IPCA + 9,57%), Galleria 140 Sênior (R$ 29,7 mi, +9,00%) e Partage Jaraguá do Sul (R$ 50,1 mi, +8,15%), com média de IPCA + 8,86% a.a. Menos que os R$ 234,9 milhões aplicados em março.
Destaque para o resgate antecipado integral do CRI Desenvolvimento Escritório AAA, que era 6,8% da carteira (IPCA + 5,85% a.a.), com prêmio de recompra; os recursos serão realocados em operações com taxas maiores.
O resultado líquido foi R$ 98,2 milhões, com R$ 101,6 milhões de CRI, e distribuição de R$ 88,1 milhões (R$ 1,10 por cota, ante R$ 1,05 em março); por cota, gerou R$ 1,22 e reserva acumulada subiu para R$ 0,85, de R$ 0,72. Rentabilidade de 1,07% no mês, 98% da DI.
A liquidez média diária caiu para R$ 9,30 milhões, de R$ 12,61 milhões, com volume negociado de R$ 185,91 milhões. Exposição a compromissadas reversas é 7,9% do PL, ante cerca de 10% em março. O relatório nota IPCA de fevereiro (0,70%) e março (0,88%) elevados, refletindo nos rendimentos, com projeção de 0,67% para abril e Focus em 4,86% a.a. para 2026 (de 4,31% anterior) e 4,00% para 2027 (de 3,84%).