No relatório de janeiro de 2026 do KNIP11, o patrimônio líquido alcançou R$ 7,45 bilhões, ante R$ 7,42 bilhões em dezembro de 2025, com cota patrimonial em R$ 93,09 e cota de mercado em R$ 91,81, ambas em alta em relação a R$ 92,65 e R$ 90,54 do mês anterior. O número de cotistas subiu para 71.117, contra 70.745.
A gestora investiu R$ 227,3 milhões em novas operações de CRI, com taxa média de IPCA + 9,37% a.a., incluindo R$ 106 milhões no CRI BGR Edifício Cidade Jardim (IPCA + 9,20%, garantias AF, CF e FR), R$ 56,5 milhões em Creditas 154 Sênior (IPCA + 9,70%, AF e subordinação), R$ 30,8 milhões em Galleria 125 Sênior (IPCA + 9,75%, AF e subordinação) e R$ 34 milhões em Galleria 140 Sênior (IPCA + 9,00%, AF e subordinação). Esses aportes elevaram a alocação em ativos alvo para 104,5% do patrimônio, contra 103,1% em dezembro, com caixa em 6,1% ante 7,4%; a taxa média MTM dos CRI caiu para IPCA + 10,17% a.a., com duration de 3,9 anos, versus 10,32% e 3,8 anos.
Pela composição setorial, shoppings representam 29,6% (ante 30,5%), escritórios 27,0% (27,3%), logísticos 21,8% (22,5%), residencial pulverizado 8,6% (6,7%), residencial 6,9% (7,2%) e outros 6,0% (5,7%), refletindo os novos aportes em residencial pulverizado e escritórios. A exposição a operações compromissadas reversas segue em cerca de 10,5% do patrimônio.
O resultado líquido foi de R$ 49,3 milhões, com R$ 50,8 milhões dos CRI (ante R$ 56,7 milhões em dezembro), e R$ 0,61 por cota gerado, distribuído R$ 0,70 por cota a pagar em 12/02/2026, equivalente a 0,68% de rentabilidade (58% da DI do período). A queda no resultado reflete IPCA baixo de novembro (0,18%) e dezembro (0,33%), com projeção de 0,44% para janeiro e mediana Focus de 3,99% a.a. para 2026. A liquidez média diária caiu para R$ 8,81 milhões, ante R$ 13,04 milhões.