Em julho de 2026 o KNIP11 registrou patrimônio líquido de R$ 7,44 bilhões, acima dos R$ 7,37 bilhões de junho. A cota patrimonial subiu para R$ 92,85 contra R$ 92,06 no mês anterior, enquanto a cota de mercado recuou para R$ 91,59 frente a R$ 92,50. O número de cotistas aumentou para 73.168, de 72.890.
O fundo distribuiu R$ 0,95 por cota em agosto, menor que os R$ 1,12 pagos em julho referentes a junho. O resultado gerado caiu para R$ 76,3 milhões, contra R$ 91,0 milhões no mês anterior, com rendimento por cota de 0,95 contra 1,12. A alocação em ativos alvo recuou para 96,8% do patrimônio, de 98,2%, e o caixa ficou em 9,7%, ante 10,1%. A taxa média MTM dos CRIs passou para IPCA + 10,58% ao ano, de IPCA + 10,75%, com duration de 3,9 anos, ligeiramente abaixo dos 4,0 anos anteriores.
O relatório destaca que os rendimentos de julho refletem o IPCA de maio (0,58%) e junho (0,16%), níveis mais baixos que os meses anteriores, e menciona projeção de possível deflação em agosto. As projeções do Boletim Focus para o IPCA em 2026 foram ajustadas para 5,03% ao ano. Não foram informadas novas aquisições relevantes no mês, diferentemente do relatório de junho, que registrou R$ 26,8 milhões em operações com Creditas e Galleria.
O volume negociado subiu para R$ 249,65 milhões, média diária de R$ 10,85 milhões, contra R$ 229,93 milhões em junho. A alocação por setor manteve-se estável, com shoppings em 32,7%, logístico em 24,0% e escritórios em 20,9%. A exposição a operações compromissadas reversas caiu para 6,5% do patrimônio líquido, de 8% no mês anterior. A composição da carteira de CRIs permaneceu similar, sem alterações significativas nos principais devedores ou indexadores, mantendo 90,9% atrelado ao IPCA.