KNHY11

KINEA HIGH YIELD CRI FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

30/04/2026

Entrega

14/05/2026 18:06

Resumo

No relatório gerencial de abril 2026 do KNHY11, a carteira ao final do mês totaliza cerca de 90 CRIs listados, todos indexados ao IPCA, com saldos MTM variando de R$ 115,7 milhões no maior ativo (CD Camaçari, 3,5% da carteira) até posições menores abaixo de R$ 5 milhões, sem total patrimonial explícito no trecho disponível, mas similar ao R$ 3,29 bilhões de março. Comparado a março, não há menção a novas compras ou vendas significativas, diferentemente dos R$ 74,8 milhões investidos em CRIs da Galleria no mês anterior.

Os saldos de aquisição e MTM mostram amortizações leves em vários ativos, como MRV-Pro-soluto 297 (de R$ 100 milhões MTM para R$ 96,3 milhões), GS Souto (de R$ 77,3 para R$ 77,4 milhões) e BlueCap CD Diadema (de R$ 84,5 para R$ 85,7 milhões), enquanto outros cresceram ligeiramente, como Brasol I (de R$ 111,1 para R$ 112,8 milhões MTM). As taxas MTM se mantiveram elevadas, com altas em diversos papéis: BlueCap CD Itapeva subiu de 15,46% para 15,62%, MRV-Pro-soluto 297 de 12,97% para 13,20%, GS Souto III de 12,78% para 12,78% (estável, mas acima da aquisição de 12%), e média geral alinhada ao IPCA + 12,23% de março, sem alteração drástica reportada.

A composição por devedor permanece pulverizada, com ênfase em residencial pulverizado (Creditas 154, Crediblue 159, Bemol Home Equity), logística (CD Camaçari, BlueCap) e projetos como GS Souto e Galleria Mezanino, sem mudanças estratégicas ou eventos como inadimplência destacados. O resumo por segmento reforça garantias como AF e subordinação em home equity, com LTVs baixos (30-48%), idêntico ao de março. Não há novidades sobre alavancagem, dividendos ou visão do gestor no material fornecido, indicando continuidade sem tendências de declínio ou expansão acentuada.