No mês de junho de 2026 o KNHY11 fechou com patrimônio líquido de R$ 3,04 bilhões, redução ante os R$ 3,08 bilhões de maio. A cota patrimonial recuou para R$ 97,66 e a cota de mercado para R$ 100,17. O número de cotistas passou de 27.847 para 27.834.
O fundo investiu R$ 50,3 milhões em novas operações de CRI no período, com taxa média de IPCA + 12,38%. As principais alocações foram Creditas 151 mezanino (R$ 11,4 milhões), Galleria 140 mezanino (R$ 15,3 milhões), Proj. Beach (R$ 11,5 milhões) e Creditas 151 sênior (R$ 6,4 milhões). O valor é ligeiramente superior aos R$ 47,4 milhões investidos em maio.
A alocação em CRI indexados à inflação caiu de 99,0% para 97,5% do patrimônio, enquanto a parcela em CRI indexados a CDI permaneceu em torno de 4,3%. A taxa MTM média da carteira de IPCA subiu de IPCA + 12,44% para IPCA + 12,97%. O prazo médio da carteira de IPCA se manteve em 6,5 anos.
O resultado gerado no mês foi de R$ 1,39 por cota, abaixo dos R$ 1,51 de maio. A distribuição caiu para R$ 1,20 por cota, contra R$ 1,30 no mês anterior. A reserva acumulada não distribuída aumentou de R$ 0,34 para R$ 0,54 por cota. A rentabilidade do mês representou 104% do CDI (122% com gross-up de 15% de IR).
A alocação por setor apresentou pequenas variações: residencial pulverizado subiu para 38,2% (de 37,6%), residencial para 18,8% (de 17,1%), enquanto logístico recuou para 11,5% (de 13,6%). A exposição a operações compromissadas reversas atingiu aproximadamente 7,0% do patrimônio líquido.
O relatório destaca que os resultados de junho refletiram IPCA de abril (0,67%) e maio (0,58%). A mediana das projeções do Focus para 2026 e 2027 foi revisada para 5,33% e 4,17%, respectivamente.