O patrimônio líquido do KNHY11 atingiu R$ 3,09 bilhões em 30/01/2026, ante R$ 3,07 bilhões em 31/12/2025, com cota patrimonial em R$ 99,04, superior aos R$ 98,60 do mês anterior, e cota de mercado em R$ 100,09, ligeiramente abaixo dos R$ 100,55. O número de cotistas subiu para 28.050, de 28.002, enquanto a liquidez média diária caiu para R$ 3,99 milhões, de R$ 4,46 milhões, com volume negociado de R$ 83,85 milhões no mês.
A alocação permaneceu em 104,5% do PL em ativos alvo, estável em relação aos 104,6% de dezembro, com caixa em 1,9%, de 1,8%. A exposição a CRI IPCA subiu para 98,4% do PL, de 97,1%, com taxa MTM de IPCA + 12,30% a.a., ante 12,43%, e prazo médio de 6,3 anos, igual ao anterior. CRI CDI caiu para 5,4%, de 6,7%, com taxa MTM de CDI + 2,85% a.a., de 3,02%, e prazo de 0,8 ano. Cotas de FII em 0,8%, estável. Por setor, Residencial Pulverizado recuou para 35,4%, de 36,0%, e Outros subiram para 15,7%, de 12,7%; por indexador, IPCA para 92,9%, de 91,8%, e CDI para 5,3%, de 6,5%. Exposição a operações compromissadas reversas segue em 6,4% do PL.
No mês, o gestor investiu R$ 74,3 milhões em novos CRI, abaixo dos R$ 163,5 milhões de dezembro, com média de IPCA + 11,39% a.a.: Galleria 125 (R$ 30,8 mi, IPCA + 11,75%), Galleria 140 (R$ 9,7 mi, IPCA + 12,50%), Bemol Home Equity 87 (R$ 18,9 mi, IPCA + 10,40%), Crediblue 159 (R$ 7,9 mi, IPCA + 10,94%) e Projetos Campinas (R$ 7,0 mi, IPCA + 11,50%). Não há menções a vendas ou desinvestimentos, diferentemente do mês anterior com saída de Patriani.
Os dividendos de janeiro somam R$ 0,96 por cota, a pagar em 12/02/2026, equivalendo a 0,93% de rentabilidade sobre cota média de ingresso de R$ 103,00, ou 80% da DI do período, ante R$ 1,00/cota (0,97%, 80% DI) em dezembro. O resultado líquido foi R$ 30,2 milhões, de R$ 17,2 milhões, com resultado de CRI em R$ 32,7 milhões, de R$ 19,4 milhões; reserva acumulada não distribuída em R$ 0,12/cota, igual. O gestor nota impacto negativo de IPCA baixo em nov/dez (0,18% + 0,33%), com projeção de 0,33% para janeiro e Focus em 3,99% a.a. para 2026; parcela pós-fixada beneficiada por Selic elevada.