No relatório de março de 2026 do KNHY11, o patrimônio líquido ficou em R$ 3,09 bilhões, leve queda ante R$ 3,10 bilhões em fevereiro. A cota patrimonial encerrou em R$ 99,18, contra R$ 99,42 no mês anterior, enquanto a cota de mercado foi R$ 99,52, de R$ 100,91. O número de cotistas permaneceu em 28.049.
A alocação em ativos alvo subiu para 104,0% do patrimônio, de 103,7% em fevereiro, com caixa em 2,5%, ante 2,7%. CRI indexados ao IPCA representam 98,6% do PL, com taxa média MTM de IPCA + 12,23% a.a. e prazo médio de 6,4 anos, comparado a 98,0%, IPCA + 12,12% e 6,3 anos. CRI em CDI caíram para 4,7% do PL, com CDI + 3,55% a.a. e 0,7 ano de prazo médio, de 5,0%, CDI + 3,65% e 0,8 ano.
Principais movimentações foram investimentos de R$ 74,8 milhões em três CRIs da Galleria Bank (home equity residencial), com taxas IPCA + 12,50%, +11,56% e +10,75%, média IPCA + 11,63%, garantidos por alienação fiduciária e subordinação. Volume bem superior aos R$ 24,1 milhões de fevereiro em Crediblue e projetos residenciais.
Dividendos de março totalizam R$ 1,10 por cota, a pagar em 14/04/2026, ante R$ 0,90 em fevereiro, com rentabilidade de 1,07% sobre cota média de ingresso de R$ 103, equivalente a 88% da DI (104% do CDI gross-up). Resultado gerado foi R$ 1,28 por cota, de R$ 0,91, impulsionado por IPCA de dezembro (0,33%) e janeiro (0,70%), superior aos meses anteriores; reserva acumulada subiu para R$ 0,33 por cota, de R$ 0,15. Resultado líquido mensal R$ 40,1 milhões, de R$ 28,7 milhões.
Por setor, residencial pulverizado subiu para 36,8% do PL, de 35,6%; escritórios caíram para 9,4%, de 10,0%; logístico para 13,1%, de 13,7%; demais estáveis. Por indexador, IPCA em 93,0%, de 92,5%; CDI 4,6%, de 4,9%; SELIC 2,4%, de 2,6%. Exposição a compromissadas reversas em 6,5% do PL, de 6,4%.
Liquidez média diária R$ 3,11 milhões, de R$ 4,17 milhões, com volume mensal R$ 68,42 milhões. Projeções: IPCA março em 0,71%; Focus prevê 4,31% em 2026 e 3,84% em 2027.