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KNHY11 Cotação: R$ 88,05 Queda de 4,96%

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KNHY11

FII

KINEA HIGH YIELD CRI FII

Cotação: R$ 88,05

Queda de 4,96%

R$ por cota · 03/11/2026 18:03 · B3

DY 12m
14,06%
P/VP
0,88

Relatório gerencial · Dezembro de 2025

Referência 31/12/2025 · entregue 12/01/2026 19:13

Em uma linha

Dividendos sobem para R$ 1,00 por cota em dezembro, mas resultado do mês foi de R$ 0,55 por cota

Resumo

O relatório gerencial do KNHY11 referente a dezembro de 2025 apresenta uma elevação no valor dos dividendos distribuídos, passando de R$ 0,97 por cota no mês anterior para R$ 1,00 por cota, com pagamento agendado para janeiro de 2026. No entanto, é importante notar que o resultado efetivamente gerado pelo fundo no mês foi de apenas R$ 0,55 por cota. Essa discrepância ocorreu devido ao impacto da inflação baixa nos meses de referência para a correção monetária (outubro e novembro), o que reduziu os ganhos contábeis momentâneos. Para manter o patamar de distribuição, a gestão utilizou uma parcela significativa das reservas acumuladas, que diminuíram de R$ 0,57 por cota em novembro para R$ 0,12 por cota no fechamento de dezembro.

Um evento relevante e novo neste relatório foi a decisão da gestão de desinvestir dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) ligados à incorporadora Patriani. A gestora informou que o ambiente de juros elevados trouxe desafios financeiros para a empresa, agravados no último trimestre. A solução encontrada foi a venda de parte dos CRIs no mercado secundário e a venda da Sociedade de Propósito Específico (SPE) remanescente para a incorporadora Tarjab, que assumirá o projeto. O relatório cita que as reservas do fundo permitiram absorver os impactos dessa movimentação, indicando que houve algum custo ou perda contábil absorvida para limpar esse risco da carteira, mas a gestão não espera efeitos nas distribuições futuras.

No que tange à movimentação de ativos, o fundo teve um mês bastante ativo, realizando novos investimentos que totalizaram R$ 163,5 milhões, um volume superior aos R$ 109,5 milhões investidos no mês anterior. O maior destaque foi a alocação de R$ 107,8 milhões em uma operação da Brasol, voltada para o financiamento de plantas de energia solar, demonstrando uma sinergia com a área de infraestrutura da gestora. A taxa média da carteira indexada à inflação apresentou um aumento, encerrando o período em IPCA + 12,43% ao ano, comparado a IPCA + 12,30% no mês anterior.

A exposição do fundo a ativos alvo aumentou, atingindo 104,6% do Patrimônio Líquido, contra 101,8% em novembro, reduzindo a posição em instrumentos de caixa e LCI. A estratégia de alavancagem via operações compromissadas reversas manteve-se estável, representando cerca de 6,4% do patrimônio. O portfólio continua majoritariamente indexado ao IPCA (97,1%), com uma parcela menor em CDI (6,7%). O prazo médio da carteira teve um leve aumento, passando de 6,0 anos para 6,3 anos, indicando uma busca por ativos de maior duração e taxas atrativas.

Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.

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