O informe anual do KNHF11 mostra que, ao fim de junho de 2026, a carteira estava alocada principalmente em CRIs, com 56% do patrimônio líquido, imóveis, com 30,5%, cotas de outros FIIs, com 10,5%, e ações, com 1,2%. Entre os imóveis citados estão São Luiz, HL Faria Lima 160 e Shopping Uberaba. De julho de 2025 a junho de 2026, o fundo distribuiu R$ 12 por cota; o documento ressalta que resultados passados não garantem rendimentos futuros.
A gestora informa que continua buscando oportunidades para aplicar os recursos disponíveis, sobretudo em CRIs corporativos e, quando possível, com garantias adequadas. O cenário econômico descrito combina cortes da Selic — de 15% para 14,25% até junho de 2026 e, segundo o informe, para 14% em agosto — com expectativas de inflação que voltaram a subir, mantendo a política monetária em nível restritivo e o ambiente de cautela.
O relatório registra avaliações a valor justo com variações distintas entre os ativos, incluindo altas e quedas relevantes em posições específicas. A taxa máxima de administração e gestão é de 1,20% ao ano; no período, foram pagos R$ 21,6 milhões, equivalentes a 1,09% do patrimônio contábil e 1,16% do patrimônio a valor de mercado. O fundo tinha 70.408 cotistas, sem participação individual acima de 5%, e 93% das cotas pertenciam a pessoas físicas.