O KNCR11 fechou agosto de 2026 com patrimônio líquido de R$ 10,99 bilhões, praticamente estável em relação aos R$ 10,98 bilhões de julho, com cota patrimonial de R$ 102,64 ante R$ 102,52 e cota de mercado de R$ 108,09 ante R$ 108,07. O número de cotistas subiu de 578.802 para 586.131 e a liquidez média diária caiu de R$ 20,57 milhões para R$ 19,98 milhões, com volume negociado no mês de R$ 419,57 milhões ante R$ 473,12 milhões em julho.
O dividendo referente a agosto, a ser pago em 14/09/2026, é de R$ 1,15 por cota, abaixo dos R$ 1,25 pagos em julho. O resultado gerado foi de R$ 1,14 por cota ante R$ 1,25 no mês anterior, o que representou 103% do DI no período e 121% do CDI no conceito gross-up. Na DRE, o resultado líquido caiu de cerca de R$ 134,7 milhões para R$ 122,5 milhões, com queda no resultado de CRI de R$ 118,1 milhões para R$ 109,5 milhões, de LCI de R$ 10,3 milhões para R$ 8,7 milhões e de instrumentos de caixa de R$ 13,9 milhões para R$ 11,0 milhões, em um mês com 21 dias úteis contra 23 dias úteis em julho. A reserva acumulada não distribuída passou de R$ 0,32 para R$ 0,33 por cota.
Em movimentações, o KNCR11 investiu R$ 328,8 milhões em agosto em quatro novas operações a uma taxa média de CDI mais 1,56% ao ano, sendo R$ 183,0 milhões no CRI XP Log Prime Yield a CDI mais 1,42%, R$ 75,0 milhões no CRI Edifício AAA Marginal Pinheiros a CDI mais 1,95%, R$ 26,3 milhões no CRI Creditas 151 a CDI mais 1,44% e R$ 44,5 milhões no CRI CashMe 180 Sênior a CDI mais 1,55%, ante um único investimento de R$ 575,0 milhões em julho. A expectativa de desembolsos futuros soma R$ 1,48 bilhão, ante R$ 1,535 bilhão no relatório anterior, distribuída entre farmacêutico, edifício corporativo, residencial, shopping, pulverizado, hotelaria e logístico para os próximos 30 a 60 dias.
Na composição, a alocação em ativos alvo passou de 83,7% para 83,2% do patrimônio, com 13,7% em LCI ante 12,7% e 3,1% em caixa ante 3,7%. A taxa média da carteira a mercado passou de CDI mais 2,04% para CDI mais 2,01% ao ano, com prazo médio de 3,9 anos. Por setor, escritórios recuaram de 46,3% para 43,1%, logístico subiu de 11,5% para 13,8% e residencial pulverizado subiu de 6,4% para 7,0%, com shoppings em 27,1% ante 26,9% e outros estável em 5,6%. O gestor destaca que o resultado se beneficiou do patamar elevado da Selic, que ficou em 14,00% ao ano na maior parte do mês após o corte decidido na reunião do Copom de 05 de agosto, e informa que a carteira do KNCR11 segue sem eventos negativos de crédito.