O relatório de maio de 2026 do KNCR11 registrou patrimônio líquido de R$ 10,96 bilhões, o mesmo valor do mês anterior, com cota patrimonial estável em R$ 102,38. A cota de mercado subiu para R$ 107,00, contra R$ 106,59 em abril. O número de cotistas aumentou para 558.989, acima dos 549.972 do relatório anterior.
A alocação em ativos alvo ficou em 78,0% do patrimônio, ligeiramente abaixo dos 78,2% de abril, enquanto a parcela em LCI subiu para 15,1%, ante 14,8%. A exposição em CRI atrelados ao CDI representou 77,8% do fundo, com remuneração média de CDI mais 2,08% ao ano, contra CDI mais 2,07% no mês anterior. O prazo médio da carteira de CRI permaneceu em 3,9 anos.
O gestor apresentou expectativa de desembolsos futuros de R$ 1.815 milhões em operações já em estruturação, distribuídos principalmente entre segmentos logístico e corporativo, com cerca de metade prevista para os próximos 30 dias. Esse montante é similar ao informado no relatório de abril, que totalizava R$ 1.800 milhões, mas aparece agora com maior detalhamento por segmento e prazos.
A liquidez média diária do fundo no mês alcançou R$ 24,78 milhões, superior aos R$ 16,80 milhões de abril, com volume total negociado de R$ 495,54 milhões. O resultado líquido de maio foi de R$ 119,2 milhões, com distribuição de R$ 1,10 por cota, mantendo a mesma remuneração do mês anterior. A reserva acumulada não distribuída subiu para R$ 0,23 por cota, contra R$ 0,19 em abril.
A alocação por setor mostrou escritórios em 45,6% e logísticos em 11,7%, contra 45,5% e 11,5% no relatório anterior. O indexador CDI representou 93,0% da carteira, levemente acima dos 92,9% de abril. Não foram registrados eventos de crédito negativos na carteira.
O texto do relatório enfatiza o foco na evolução da alocação dos recursos da emissão encerrada em março, com várias novas operações de CRI a serem desembolsadas nas próximas semanas, e destaca a adição de um dashboard interativo no site da gestora.