O patrimônio líquido do KNCA11 alcançou R$ 2,20 bilhões em janeiro de 2026, ante R$ 2,19 bilhões em dezembro de 2025. A cota patrimonial subiu para R$ 101,63, de R$ 101,38, enquanto a cota de mercado foi para R$ 100,09, de R$ 97,39. O número de cotistas aumentou para 85.749, de 83.243.
Os dividendos de janeiro totalizam R$ 1,10 por cota, a pagar em 12/02/2026, com rentabilidade de 1,08% sobre cota média de ingresso de R$ 101,77, equivalente a 93% da taxa DI (109% com gross-up de IR). No mês anterior, foram R$ 1,20 por cota e 1,18% (97% DI). O resultado gerado foi R$ 1,12 por cota, contra R$ 1,20, e a reserva acumulada não distribuída subiu para R$ 0,99 por cota, de R$ 0,96.
A alocação em ativos alvo chegou a 97,3% do PL, de 96,8%, com LCI em 7,0% (ante 7,2%) e caixa zerado (era 5,5%). Por indexador, CDI representa 48,5% (era 48,1%) com taxa MTM de IPCA + 3,22% a.a. (de 3,26%), e inflação 48,8% (de 48,7%) com IPCA + 9,29% a.a. (de 9,44%). No setor, bioenergia segue em 33,5% (era 33,1%), citricultura em 11,9% (12,0%).
O gestor investiu R$ 30 milhões em transações primárias e secundárias: R$ 15 milhões em CRA da Lins Agroindustrial (CDI + 1,49%, bioenergia, vencimento mar/28) via secundário, e R$ 14 milhões em cota sênior do Fiagro FIDC Eurochem (CDI + 3,00%, produção de insumos). A carteira permanece adimplente, com monitoramento contínuo da Raízen (exposição de 2,0% do PL em MTM, ante 1,8%).
A exposição a operações compromissadas reversas caiu para 4,3% do PL, de 9,5%. A liquidez média diária subiu para R$ 3,51 milhões, de R$ 2,82 milhões, com volume negociado de R$ 73,78 milhões no mês.
O relatório destaca impacto negativo do IPCA baixo de novembro (0,18%) e dezembro (0,33%) nos ativos inflacionados, com projeção de 0,33% para janeiro e Focus em 3,97% a.a. para 2026 (ante 4,05%). Selic mantida em 15% pelo Copom, com sinalização de possível início de cortes em março de 2026. A gestão mantém política de reservas entre R$ 0,90 e R$ 1,00 por cota, sem mudanças previstas.