No mês de julho de 2026 o KNCA11 registrou patrimônio líquido de R$ 2,17 bilhões, mantendo-se estável em relação a junho. A cota patrimonial caiu para R$ 99,68, ante R$ 100,59 no mês anterior, enquanto a cota de mercado recuou para R$ 90,24, de R$ 90,59. O número de cotistas subiu de 92.060 para 92.931. A alocação em ativos alvo reduziu-se de 83,1% para 81,2% do patrimônio, com a parcela em instrumentos de caixa aumentando para 16,5%, contra 14,6% em junho.
A taxa média da carteira marcada a mercado subiu para IPCA + 10,30% ao ano e CDI + 3,58% ao ano, em comparação com IPCA + 10,18% e CDI + 3,01% no mês anterior. O resultado gerado por cota foi de R$ 0,99, inferior aos R$ 1,46 de junho, e o dividendo distribuído caiu para R$ 1,00 por cota, contra R$ 1,13. A reserva acumulada permaneceu em torno de R$ 0,70 por cota.
O relatório de julho destaca a convocação de assembleia geral extraordinária para incluir no regulamento a possibilidade de recompra de cotas próprias, visando mitigar o deságio de cerca de 10% observado no mercado secundário. Em junho, a gestão havia informado a liquidação antecipada da operação Coruripe, que contribuiu com cerca de R$ 0,17 por cota no resultado daquele mês.
O volume médio diário negociado recuou para R$ 3,22 milhões, de R$ 3,95 milhões em junho. A exposição geográfica e setorial manteve-se com predomínio em bioenergia, citricultura e máquinas e equipamentos, sem alterações relevantes na diversificação. O fundo continua sem identificar impactos materiais do El Niño na carteira, conforme já mencionado no relatório anterior.
Os títulos atrelados à inflação refletiram variações menores do IPCA nos meses de maio e junho, o que contribuiu para a redução dos rendimentos em julho. A parcela pós-fixada beneficiou-se do patamar elevado da Selic durante o mês.