KIVO11

KILIMA VOLKANO RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - RESPONSABILIDADE LIMITADA

Demonstrações Financeiras

Ativo

Referência

31/12/2025

Entrega

31/03/2026 18:49

Resumo

O relatório de auditoria independente da PwC sobre as demonstrações financeiras do KIVO11 em 31 de dezembro de 2025 apresenta opinião com ressalva devido à falta de evidências suficientes sobre o investimento em cotas do fundo Invista Brazilian Business Park II FII, que representa 6,80% do patrimônio líquido, totalizando R$ 12.910 mil, sem acesso às informações auditadas mais recentes desse fundo investido. O principal assunto de auditoria destacado foi a mensuração ao valor justo dos certificados de recebíveis imobiliários (CRIs), que compõem grande parte da carteira e possuem baixa liquidez, avaliados por modelos internos com premissas de risco de crédito e dados de mercado. As demonstrações do ano anterior também tiveram ressalva similar.

No balanço patrimonial, o patrimônio líquido do KIVO11 fechou em R$ 189.501 mil, queda de R$ 194.577 mil em 2024, com ativo total de R$ 191.888 mil. A carteira é alocada principalmente em CRIs (55,31%, R$ 104.814 mil), cotas de fundos imobiliários (19,41%, R$ 36.786 mil, incluindo o com ressalva) e cotas de fundos de renda fixa (25,28%, R$ 47.898 mil), com provisão de R$ 5.577 mil para perdas em outros créditos. O lucro líquido do exercício foi R$ 19.885 mil, superior aos R$ 15.871 mil de 2024, com resultado por cota de R$ 8,95 (contra R$ 7,14) e valor patrimonial da cota em R$ 85,26 (ante R$ 87,54).

O fundo distribuiu R$ 24.961 mil em rendimentos aos cotistas em 2025, equivalente a mais de 100% do lucro base caixa conforme Lei 8.668/93, com rendimento médio por cota de R$ 11,31 e cotação na B3 de R$ 64,94 em dezembro (contra R$ 59,89 em 2024). Os fluxos de caixa mostram geração positiva em investimentos (R$ 59.853 mil, por vendas e amortizações de CRIs), mas pagamento de R$ 25.139 mil em financiamentos via rendimentos. As notas detalham a política de no mínimo 67% em ativos imobiliários como CRIs e FIIs, riscos como crédito e liquidez, e encargos de 1,32% do PL médio.