No relatório de fevereiro de 2026 do KIVO11, o fundo distribuiu R$ 0,86 por cota referente ao mês, equivalente a dividend yield mensal de 1,28% e anualizado de 15,37%, comparado a R$ 1,14 por cota em janeiro (1,64% mensal e 19,69% anualizado). O patrimônio líquido total ficou em R$ 187,41 milhões, ante R$ 187,59 milhões no mês anterior, com cota patrimonial em R$ 85,94 (era R$ 85,60) e cota de mercado em R$ 67,14 (era R$ 69,49), resultando em P/VP de 0,78x contra 0,81x.
A composição da carteira mudou: posição em CRIs caiu para R$ 94,21 milhões (50,3% do PL) dos R$ 101,57 milhões (54,1%) de janeiro, com residencial em 28,3% (era 30,0%), loteamentos em 8,6% (8,9%) e BTS em 6,8% (8,7%). Alocação em FIIs subiu para R$ 40,98 milhões (21,9%) dos R$ 37,37 milhões (19,9%), com caixa em R$ 52,23 milhões (27,9%) ante R$ 48,65 milhões (25,9%). Na carteira de CRIs, total de operações foi 29 (era 30), adimplentes 25 (26), duration média 2,42 anos (2,61), MTM médio 96,5% (95,7%), maior devedor 5,4% do PL (igual) e taxa média IPCA+ 10,5% a.a. (era 10,4%).
Principais novidades foram a liquidação antecipada do CRI Costa Hirota, que gerou R$ 4 milhões ao fundo, e a integralização total da posição de R$ 3,47 milhões no CRI Braspark em cotas subordinadas do FII Alianza Renda Mais (1,9% do PL), com potencial estimado de IPCA+13% a.a. por 5-6 anos. O CRI Olimpo segue fora da carteira em reavaliação. Atualizações em reestruturações não mudaram significativamente: Starbucks marcado a 6% do face (0,08% PL), Ekko séries 1/2 a 14,53% médio (1,55% PL) e Arquiplan a 55% (0,38% PL).
No DRE gerencial, receita total foi R$ 1,933 milhão (R$ 2,024 milhões em janeiro), com CRIs rendendo R$ 1,168 milhão (R$ 1,291 milhão), FIIs R$ 390 mil (R$ 306 mil) e caixa em RF R$ 375 mil (R$ 427 mil); despesas subiram para R$ 519 mil (R$ 268 mil), resultando em líquido de R$ 1,414 milhão (R$ 1,756 milhão). Número de cotistas aumentou para 7.226 (6.918). O gestor destacou continuidade positiva do IFIX (+1,32% em fevereiro vs +2,27% em janeiro), mas novo risco global de conflito no Oriente Médio elevando petróleo, com Brasil como exportador beneficiado, e polarização eleitoral em 2026.