No relatório de janeiro de 2026 do KIVO11, o patrimônio líquido total caiu para R$ 187,6 milhões ante R$ 189,7 milhões em dezembro de 2025, enquanto a cota patrimonial subiu de R$ 85,31 para R$ 85,60 e a cota de mercado avançou de R$ 64,94 para R$ 69,49, elevando o P/BV de 0,76x para 0,81x. O número de cotistas cresceu de 6.842 para 6.918.
A distribuição de rendimentos referente a janeiro foi de R$ 1,14 por cota, paga em fevereiro, com dividend yield mensal de 1,64% e anualizado de 19,69%, superior aos 1,34% mensal e 16,08% anualizado de dezembro. Na DRE gerencial, a receita total de CRIs recuou para R$ 1,29 milhão ante R$ 1,44 milhão no mês anterior, mas o resultado de FIIs saltou para R$ 306 mil dos R$ 220 mil anteriores e o rendimento do caixa em renda fixa foi para R$ 427 mil dos R$ 384 mil, levando o resultado líquido de caixa a R$ 1,76 milhão.
A alocação em CRIs encolheu para 54,1% do PL (R$ 101,6 milhões) dos 55,3% anteriores, com MTM médio melhorando para 95,7% ante 93,4%, duration em 2,61 anos (vs 2,66) e maior devedor em 5,4% do PL (vs 5,3%). Os cinco maiores devedores representam 23% (vs 22,7%) e os dez maiores 38% (vs 37,6%). Caixa subiu para 25,9% (R$ 48,6 milhões) dos 25,2% e FIIs para 19,9% (R$ 37,4 milhões) dos 19,5%, com destaque para Suno Energias Limpas (SNEL11) em 7,3% ante 6,5%.
Atualizações em CRIs em reestruturação mantêm os mesmos patamares: Starbucks a 6% do face (0,08% do PL), Ekko séries 1 e 2 a 14,53% (1,55%), Olimpo em mediação sem avanços (1,15%) e Arquiplan a 55% após dação em pagamento (0,38%). Não há menção a novas compras, vendas ou mudanças na estratégia.
O gestor destaca cenário global favorável com inflação contida e corte gradual de juros, mas no Brasil aponta volatilidade por eleições de 2026 e incertezas políticas, com IFIX subindo 2,27% em janeiro puxado por queda nas curvas de juros.